A arte que ela tem mora no corpo dela.
A arte dela é o movimento dela.
Quem a vê quieta, nem imagina
que a arte é o que nos dança.
A arte dela é o movimento dela.
Quem a vê quieta, nem imagina
que a arte é o que nos dança.
Terminei de ler ontem “O presidente negro”, romance de Monteiro Lobato. O livro defende a eugenia, alegando a supremacia da etnia branca.
Terminei de reler “O observador no escritório”, livro de notas e apontamentos de Carlos Drummond de Andrade.
No último dia 29 ministrei minha primeira aula de fotografia. É que Ivanilda, uma amiga, e dois alunos meus de inglês e literatura, Breno e Marcela, estiveram comigo às margens da Lagoa Grande, aqui em Patos de Minas, para fotografar e ter algumas dicas teóricas.Na adolescência, interessei-me pelo Renascimento; interessando-me pelo Renascimento, tornei-me interessado em Leonardo da Vinci; interessando-me por Da Vinci, rabisquei os traços acima. O desenho original está num livro chamado “O pensamento vivo de Leonardo da Vinci”; em meados da década de 80, a coleção O Pensamento Vivo, publicada pela Martin Claret, era vendida em bancas de revista. Cheguei a ter a coleção quase completa. Os livros tinham a intenção de sintetizar e popularizar as idéias de ícones do conhecimento em diversas áreas. Foram um bom incentivo para que depois eu conhecesse mais sobre alguns deles. Fiz o desenho no dia 31 de março de 1986.
A juventude é cheia de ímpetos. Alguns deles, vistos à distância, soam engraçados. Um de meus rompantes juvenis foi o de tentar ser desenhista (sic). Hoje, mexendo em velhos papéis, eu me deparei com dois cadernos de desenhos. Na época, o grande sonho era desenhar utilizando pena de bico fino e tinta nanquim. Fiz a encomenda numa das lojas da cidade e fiquei aguardando. Durante semanas e semanas, fui até a loja, sempre com a mesma pergunta: “Chegou?”. A resposta era sempre a mesma: “Não”. Por fim, desisti. E quem não tem pena de bico fino desenha com lápis comum; foi o que fiz na época.
Neste blog, publico fotos de minha autoria. A exceção é esta, que foi tirada por Shírley Aceval. Não há cláusula que impeça um fotógrafo de tirar um auto-retrato enquanto nada, desde que haja por perto um tripé para a câmera e alguma paciência. Ainda assim, preferi pedir à Shírley que tirasse a foto.
Recebi hoje a revista Sagarana. O slogan da publicação é preciso: Turismo e cultura em Minas Gerais. Cézar Félix é o editor. Além dos textos, belas imagens podem ser observadas – Henry Yu é o editor de fotografia.
Tirei esta foto no dia 17 de junho de 2006, às 15h58. Eu estava em Três Marias/MG, após ter ido a Cordisburgo/MG, a fim de visitar a Gruta de Maquiné. A escala em Três Marias foi realizada porque os estudantes da excursão em que embarquei queriam conhecer a usina hidrelétrica da cidade. A princípio, não gostei da idéia, pois estava com pressa de chegar a Patos de Minas.
Ouvi aluno meu dizendo que adquiriu o hábito da leitura depois de ter encarado “O código da Vinci”. Lembro-me de ter visto esse mesmo aluno dizer que havia gostado de “Dom Casmurro”. Também disse que tem a série Harry Potter, mas não percorreu os livros ainda. Recentemente, leu “O velho e o mar”.
Terminei de ler recentemente “Senhor Proust – lembranças recolhidas por Georges Belmont”, de Céleste Albaret, publicado pela Novo Século. Céleste Albaret foi governanta na casa do escritor durante os oito últimos anos de vida de Proust. O livro é a transcrição de entrevistas da senhora Albaret a Georges Belmont, que assina a introdução. Segundo Belmont, foram setenta horas de entrevistas.