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quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ROGER, O "INTELIGENTE" (2)

A mais recente “pérola” do Roger, do Ultraje a Rigor, foi escrever, no Twitter: “Minha família não foi perseguida pela ditadura. Porque não estava fazendo merda”. A postagem era endereçada a Marcelo Rubens Paiva, que participara da Flip e lamentara o fato de pessoas como o Roger terem se convertido ao conservadorismo.

escrevi sobre a fama de inteligente que Roger tinha. Num tempo em que não havia redes sociais, essa fama era mantida porque não se tinha acesso ao que o roqueiro pensa nem ao modo como ele se expressa. Hoje, sabe-se que a inteligência dele é um mito.

Fosse ele comedido, a suposta inteligência a ele atribuída até poderia se manter. No mais, essa história me faz lembrar de um conselho atribuído ao Mark Twain: “É melhor ficar de boca calada e deixar as pessoas pensarem que você é bobo do que abri-la e acabar com toda a dúvida”. 

terça-feira, 3 de junho de 2014

ROGER, O "INTELIGENTE"

Há uma lenda antiga que reza o seguinte: Roger, o vocalista do Ultraje a Rigor, teria uma inteligência acima da média. A prova de que a lenda é ancestral é esta: eu me lembro dela desde minha adolescência...

Nessa época, não havia redes sociais. Isso significa que não se tinha acesso ao que gente, por exemplo, como o Roger escreve quando não está fazendo letra de música. Hoje, sabe-se que o cérebro dele parece funcionar somente com letras. Ou pelo menos funcionava.

O roqueiro, a despeito de sua propalada inteligência, não tem o tino para sacar uma ironia. Quando o Antônio Prata, na Folha de S.Paulo, em três de novembro de 2013, publicou um texto (“Guinada à direita) tanto irônico quanto sarcástico, o Roger viu a casca de banana jogada por Prata — e mesmo assim o “inteligente” vocalista escorregou.

Mais recentemente, segundo o Pragmatismo Político, Roger provou novamente sua “sagacidade”. Ao comentar, via Twitter, a manchete “USP gasta R$ 90 milhões a mais do que recebe por mês, diz reitoria”, o “perspicaz” roqueiro deu provas mais uma vez do que é capaz: “Pronto, fuderam com a USP tb”.

Roger quis, com esse verbo na terceira do plural, referir-se ao governo federal. Guilherme Fernandes, um internauta, chamou a atenção de Roger para o seguinte: a USP é estadual, não federal. A universidade é do governo de São Paulo, não do governo federal. Mesmo assim, o roqueiro manteve sua opinião. “Inteligência” obstinada, a dele.