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quarta-feira, 15 de julho de 2009

"C'MON, CRAZY PEOPLE!"

Hoje foi dia de me lembrar demais da Rádio Mundial, do Rio de Janeiro, que escutei assiduamente na década de 80.

A Mundial não existe mais – hoje, é a CBN (Central Brasileira de Notícias), que tem afiliadas espalhadas pelo Brasil.

Eu me lembrei da Mundial porque consegui uma canção que escutava demais pela emissora – “Duel”, do grupo Propaganda. Consegui a versão longa, com seus dois minutos e dois segundos de introdução.

No começo, apenas teclado e bateria; depois do primeiro minuto, entra o baixo e uma discreta intervenção de guitarra; teclado e bateria continuam.

Como era bom escutar a Mundial e os sucessos da época. A primeira vez em que escutei “Papa don’t preach”, da Madonna, foi pela Mundial. A primeira vez em que escutei “The finest”, com SOS Band, foi também pela Mundial.

Na época, eu tinha aula às 7h. Antes de ir, ficava escutando a Mundial. Depois, à noite, a partir das 20h, Mundial outra vez. Só desligava quando o sono batia.

Foi lá que trabalhou o lendário Big Boy, na década de 60. Como nasci em 1970, não tive o privilégio de escutar o Big Boy enquanto ele esteve na Mundial. Mas na adolescência, eu já tinha a voz dele gravada em fita cassete (você que é jovem, pergunte para seus avós o que é isso).

O Big Boy esteve aqui em Patos de Minas. Meu pai já havia comentado isso comigo. Assim que comecei a trabalhar em rádio, uma das primeiras coisas que procurei saber foi sobre a passagem do Big Boy por aqui. José Afonso e Edson Geraldo (que morreu em setembro do ano passado) tiveram contato com ele.

José Afonso conversou informalmente com o astro da Mundial; já Edson Geraldo o entrevistou para a Rádio Clube. No Youtube, há material sobre o Big boy (caso se interesse, procure por Big Boy e/ou Rádio Mundial).

Nada como uma tarde saudosista. O Guimarães Rosa escreveu que “toda saudade é uma espécie de velhice”. Mas até a velhice pode ser embalada por música.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

NAS ONDAS DO RÁDIO

Já escrevi neste blog sobre dois grandes radialistas – Henrique do Valle e Julinho Mazzei.

Cresci escutando rádio. Lembro-me de escutar demais a Rádio Clube AM, a Clube FM, a Princesa (Lagoa Formosa), a Itatiaia (Belo Horizonte) a Globo (tanto a do Rio de Janeiro quanto a de São Paulo)...

Cresci escutando essas e tantas outras emissoras por causa de meu pai, que ficava o tempo todo com o rádio ligado. Em minha adolescência, acompanhei também a Rádio Mundial, do Rio de Janeiro – hoje, a CBN (foi na Mundial em que trabalhou o locutor Big Boy, no fim da década de 60; caso queira escutar o genial locutor, vá até o YouTube). Também me lembro do tempo em que o Fausto Silva (o Faustão, do Domingão) apresentava o Balancê, na Excelsior. Das FMs de São Paulo, escutei muito a Transamérica, a Jovem Pan, a Nova e a Mix. Ainda as escuto, mas com menos freqüência.

No rádio local, sempre que posso, escuto o Adriano, que trabalha na
Clube FM. Ele tem dois horários na emissora: de 11h às 13h e de 20h às 23h. Adriano tem uma respeitável cultura pop, o que é ideal para o tipo de emissora em que trabalha. Devido a essa cultura pop, brinda os ouvintes com informações sobre os artistas que rolam na programação da rádio. Um tipo de locução inteligente e agradável.