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quarta-feira, 14 de maio de 2014

CRUZEIRO FORA DA LIBERTADORES

Contando mais com a sorte do que com o futebol jogado, o Cruzeiro vinha se arrastando na Libertadores. Em jogo terminado há instantes, no Mineirão, o San Lorenzo, marcando na intermediária cruzeirense, anulou possíveis jogadas criativas da equipe mineira.

Dedé, que não tem jogado bem, continuou jogando mal, estando aparentemente pouco à vontade. A despeito de maior posse de bola, o Cruzeiro não conseguia ameaçar o San Lorenzo. A equipe argentina abriu o placar; não fosse, como é usual, o goleiro Fábio, o San Lorenzo poderia ter fechado o primeiro tempo tendo marcado dois gols.

No último lance do primeiro tempo, uma bola escorada pelo Marcelo Moreno tocou uma das traves, passeou rente à linha do gol, tocou a outra trave e não entrou. Muito pouco para uma equipe que precisava vencer por dois gols de diferença. Nervoso e ineficaz, o Cruzeiro foi adversário um tanto fácil para o San Lorenzo, que marcou de modo competente. 

Desde o começo do torneio eu ficava me perguntando quando o Cruzeiro deixaria a Libertadores; não houve momento em que a equipe causou esperança mais consistente. A crença no time era muito mais em função da paixão dos torcedores do que em função do que a equipe vinha jogando.

Afobado, precipitado e sem criatividade, o Cruzeiro foi inferior ao San Lorenzo, mesmo tendo o time azul empatado a partida; um jogador do time argentino foi expulso. Com a saída do Cruzeiro, uma pequena hegemonia brasileira na Libertadores tem fim: Atlético/MG, Corinthians, Santos e Internacional foram os últimos campeões da competição. 

sábado, 3 de novembro de 2012

DA ARQUIBANCADA

Narrador do Sportv, após o terceiro gol do Neymar contra o Cruzeiro, no Independência, há pouco, disse que os cruzeirenses, gritando o nome do jogador, estavam o reverenciando. Discordo. Boa parte dos torcedores não passam de apaixonados bobos; pouquíssimos teriam a nobreza para reverenciar o rival. Não estavam reverenciando Neymar. Estavam, sim, à maneira do namorado que quer causar ciúme na namorada, tentando ferir o brio dos jogadores do Cruzeiro. Tentativa boba, infrutífera e inútil, pois os jogadores não têm paixão pelo time.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

ELAS EXISTEM

Jogos como o de ontem entre Santos e Flamengo são tão bons que a gente até se esquece de que coisas como Fifa e CBF existem. Mas que elas existem, elas existem.

sábado, 25 de setembro de 2010

FUTEBOL (4)

Há pouco, o Santos ganhou do Cruzeiro por 4 a 1. Três gols do Santos foram marcados quando o time santista jogava com um a menos.

Digno de registro o terceiro gol do Santos, marcado por Alex Sandro, que após dar o drible da vaca em Edcarlos, viu que Fábio estava adiantado e chutou, encobrindo o goleiro.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

FUTEBOL (2)

Obviamente, não tenho acesso aos bastidores do imbróglio Dorival Jr. versus Neymar. É que a verdadeira história está nos bastidores; o conhecimento da engrenagem pode fazer com que encaremos uma questão diferentemente.

À distância, a decisão do Santos é clara, embora eu discorde dela: do ponto de vista financeiro, mercadológico ou algo que o valha, manter Neymar foi a decisão que tomaram. Isso pode ser bom para o Santos, mas, a longo prazo, não para Neymar.

Permitam-me uma utopia: num mundo ideal, Neymar anunciaria que não vai jogar o clássico contra o Corínthians, logo mais, às 22h. Mas bem sabemos que isso nem passaria pela cabeça do jogador. Ele pode até não jogar, mas não por decisão própria.

Enquanto escrevo esta nota, não sei que justificativa dará a diretoria do Santos para a demissão de Dorival, se é que dará alguma. Se a cúpula santista sabe que Dorival Jr. é um calhorda, não saberemos (não estou dizendo que o técnico seja um calhorda); se a cúpula do Santos sabe que Neymar é uma calhorda, não saberemos (não estou dizendo que o jogador seja um calhorda).

A decisão santista de demitir Dorival é compreensível, desde que nos coloquemos no lugar de burocratas bobos e interesseiros; a decisão é compreensível, embora muito lamentável. Entrementes, deixemos Neymar prosseguir. Mas permitam-me um acesso de loucura: o jogador será a decepção da copa de 2014.