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domingo, 23 de julho de 2017
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quinta-feira, 29 de outubro de 2015
A HISTÓRIA POR TRÁS DA FOTO (86)
Gosto de misturas: a mistura entre o coloquial e o erudito, a mistura entre o selvagem e o aculturado... Neste registro, quase sem querer, acabei, pelo menos segundo meu modo de pensar, gerando uma mistura entre o dia e a noite.
A imagem foi criada no dia vinte e um de outubro, às 21h08 (horário brasileiro de verão). Para “iluminar” o céu, longa exposição (trinta segundos) e ISO 500; para iluminar a árvore, uma lanterna. A combinação dos trinta segundos com o ISO 500 acabou iluminando o céu mais do que o suposto por mim; além do mais, havia luar. Por fim, eu não estava longe da cidade, de modo que as luzes urbanas também têm influência no que se pode observar na imagem.
A foto concebida na imaginação é uma coisa; a foto realizada pode não ser bem a foto imaginada. Antes de clicar, imaginei que fosse haver um céu mais escuro, com um tom menos azulado. Além disso, as nuvens acabaram sendo, sob minha ótica, um belo “bônus”, já que a intenção inicial não era “acender” tanto assim as estrelas, em função da proximidade com a área urbana e do luar.
Os trinta segundos de exposição, a princípio usados para que as estrelas fossem “acesas”, acabaram criando leve sensação de movimento nas nuvens que estão na parte superior da imagem. Não era minha intenção causar tal sensação, mas, claro, fiquei contente ao conferir a imagem no computador, quando então me dei conta desse movimento. No instante do clique, tivesse eu me dado conta disso pelo monitor da câmera, teria usado uma exposição um pouco mais longa, a fim de aumentar ainda mais a ideia de movimento nas nuvens.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
NOITE E ÁRVORES
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
FACHOS E PONTOS
Fotografar é também contar uma história. Ou é um modo de olhar para um objeto, uma coisa, um evento, um animal, uma mulher, uma multidão... À medida que a pessoa vai fotografando, ela desenvolve preferências, seja quanto a temáticas, seja quanto a técnicas que serão usadas.
Gosto demais de fotos com longa exposição. Até chego a pensar que, pudesse eu, dedicar-me-ia integralmente a esse tipo de fotografia. A ideia de brincar com o tempo, a ideia de brincar com a luz... Isso é tentador demais para que eu não experimente, para que eu não tente.
Toda foto, não importa o dispositivo em que é produzida, tem um tempo de exposição. Esse tempo de exposição se refere ao tempo que a luz tem para chegar ao filme ou ao cromo (fotos analógicas) ou ao sensor (fotos digitais).
Por convenção, esse tempo de exposição pode vir fracionado. Por exemplo: se o tempo de exposição de uma imagem é de 1/4000, isso significa que a luz teve o tempo de um segundo divido por quatro mil para chegar ao filme, ao cromo ou ao sensor. É mais produtivo escrever 1/4000 do que escrever 0,00025 segundo.
As fotos com longa exposição tem um tempo de exposição... longo... Em fotografia, dois segundos já são considerados um tempo longo. O tempo de exposição pode durar horas. Dito de modo simples: se digo que o tempo de exposição de uma imagem é de duas horas, isso quer dizer que a câmera ficou tirando uma única foto por duas horas; ou ainda que a luz teve duas horas para chegar ao filme, ao cromo ou ao sensor.
Nestas duas imagens, usei diferentes abordagens para o mesmo assunto e para praticamente a mesma composição. Em ambas, a lente está debaixo da árvore e voltada para o céu, de modo que os galhos secos formem a silhueta.
Na imagem em que as estrelas são pontos de luz, o tempo de exposição é 30 segundos, a abertura é F/5.6 e o ISO é 3200. Na imagem em que as estrelas se transformaram em fachos de luz, o tempo de exposição é seis minutos, a abertura é 5.0 e o ISO é 100.
A técnica não é o mais importante, seja na fotografia, seja em outra manifestação. Contudo, é uma grande aliada. Somente conhecedor da técnica é que eu conseguiria realizar as intenções de produzir pontos de luz numa foto e fachos de luz noutra. Sempre que dou aulas de fotografia, insisto na importância do domínio da técnica.
"CHUVA"
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sexta-feira, 9 de outubro de 2015
BRINCANDO COM O TEMPO DE EXPOSIÇÃO
Prefiro as imagens com longa exposição, que dão um aspecto “leitoso” à água. Ainda assim, a título de curiosidade, posto composições que são parecidas mas que têm ajustes bem diferentes umas das outras, para que você possa comparar como a simples técnica de se variar o uso da velocidade pode mudar a atmosfera de uma foto. Abaixo de cada registro, inseri os ajustes que usei.
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quarta-feira, 7 de outubro de 2015
À NOITE
Devo estas fotos à equipe do Gálatas Golden Hotel. Muito obrigado ao Fernando, que é o gerente e é quem concedeu a autorização para que eu fosse ao local realizar as imagens, e ao Leandro, funcionário que gentil e solicitamente me acompanhou. Também devo os registros ao Alexandre Rosa, que me emprestou o tripé para que eu fizesse o trabalho.
Ontem, no começo da noite, passando em frente ao hotel, veio-me a ideia de subir no topo da edificação e voltar a lente para a avenida JK. Chegando ao Gálatas, posicionei a câmera. Quando vi a imagem pelo visor, constatei que o ângulo permitiria composições melhores do que as que eu havia imaginado.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
FOTOPOEMA 355
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terça-feira, 15 de julho de 2014
ÁGUAS ESCURAS
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