Luiz Carlos Jr., narrador do Sportv, informou que Messi deixou a Argentina com treze anos. Ele tinha problema de crescimento; o tratamento custava novecentos dólares por mês. Nenhum time argentino quis bancá-lo; o Barcelona quis. Ao querer, não só resolveu o problema de Messi, mas também criou um gigante do futebol.
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sábado, 20 de junho de 2015
APONTAMENTO 262
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terça-feira, 24 de abril de 2012
APONTAMENTO 137
O Barcelona é a paciência. Quando se pensa que finalmente vai haver o chute, há mais um passe. Isso nem sempre é eficaz. Como a paciência.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
MAIS UM! MAIS UM! MAIS UM!
É o momento dele. É o momento em que ele tem uma nítida oportunidade de ter mais um momento de consagração. Já é rico, já é famoso. Como ele queria estar calmo, tranqüilo... Seu talento é reconhecido, ele não se cansa de mostrá-lo, de prová-lo, mesmo sem ninguém pedir. Ele também sabe que não precisa mais provar nada para ninguém. Mesmo quando não está no melhor de seus dias, é capaz de mudar tudo num átimo.
Mas ele também é humano. Logo, precário, limitado, falível. A despeito do “glamour”, da fama e da fortuna, o peso da função que exerce é maior justamente agora que tem uma clara possibilidade de sucesso. Ele pensa na responsabilidade, pensa nos colegas de trabalho, pensa nas vezes em que já foi bem-sucedido em situação semelhante. Sua cabeça é um emaranhado de pensamentos sem conexão aparente. Chega a se lembrar de uma cena vivida na infância. No momento crucial, ele erra o pênalti...
Ontem (23/4), foi a vez de Cristiano Ronaldo, do Barcelona, em jogo válido pela Liga dos Campeões. Logo aos 3 minutos do primeiro tempo, ele poderia ter aberto o placar da partida que terminou sem gols.
Mas ele também é humano. Logo, precário, limitado, falível. A despeito do “glamour”, da fama e da fortuna, o peso da função que exerce é maior justamente agora que tem uma clara possibilidade de sucesso. Ele pensa na responsabilidade, pensa nos colegas de trabalho, pensa nas vezes em que já foi bem-sucedido em situação semelhante. Sua cabeça é um emaranhado de pensamentos sem conexão aparente. Chega a se lembrar de uma cena vivida na infância. No momento crucial, ele erra o pênalti...
Ontem (23/4), foi a vez de Cristiano Ronaldo, do Barcelona, em jogo válido pela Liga dos Campeões. Logo aos 3 minutos do primeiro tempo, ele poderia ter aberto o placar da partida que terminou sem gols.
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