Mostrando postagens com marcador Alphaville. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alphaville. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

“Que tiro foi esse”?

Somente ontem escutei “Que tiro foi esse”. Eu não conhecia a canção nem sabia que as pessoas estão fazendo coreografias, registrando-as em vídeos e as postando em redes sociais. Assim que comecei a escutar, pensei que eu havia perdido o início. A cantora entoa “que tiro foi esse”; depois é que se ouve o “tiro”. Como a frase é “que tiro foi esse”, supus que o “tiro” já havia sido disparado, para então se fazer a pergunta ou o comentário sobre que tiro havia sido aquele. Hoje, escutei de novo a canção, a fim de conferir se a pergunta ou o comentário sobre o “tiro” vem antes do próprio. É o que parece.

À parte isso, que foi só uma boba tentativa minha de buscar alguma lógica no trabalho, também hoje, conferi uma entrevista com Jojo Maronttinni, que canta “Que tiro foi esse”. Ela disse que a expressão “que tiro” é usada quando uma pessoa quer dizer que a roupa ou o visual do outro está bonito, vistoso ou algo assim. Eu não conhecia a expressão.

Prefiro outros “tiros” ou “estrondos” do pop e do rock: os “disparos” no começo de “Demônia”, do Kiko Zambianchi, as batidas iniciais em “Rough boy”, do ZZ Top, o estrondo em “The whole of the moon”, da banda The Waterboys, o também estrondo em “Right between the eyes”, com The Wax, o gongo no fim de “Big in Japan”, do Alphaville, a “bomba” em “Get your filthy hands off my desert” ou o “tiro” em “The final cut”, ambas do Pink Floyd. 

domingo, 26 de outubro de 2008

APONTAMENTO 38

De vez em quando, eu me esqueço de que existe um negócio chamado Youtube. Na madrugada que passou, após conferir música ao vivo num dos bares da cidade, cheguei aqui e fui conferir alguns vídeos lá, após conversa com Érico, que toca violão e canta; ele também estava conferindo a música ao vivo no bar; chegou a dar uma breve canja.

Conferi os seguintes vídeos:

• Carole King – City Streets (clipe e versão ao vivo)
• Bruce Springsteen – Tougher than the rest (versão ao vivo)
• Waysted – Heaven tonight (clipe e versão ao vivo)
• Alphaville – Forever young (Uma de minhas preferidas na época; nunca havia assistido ao clipe.)
• Falco – Rock me Amadeus – versão original e versão remixada (Idem.)

A tecnologia está naturalmente associada a novidades; por outro lado, um dos grandes baratos dela é a possibilidade de acesso ao passado que ela permite.