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sábado, 14 de abril de 2018

"Radio Gaga"

Decidi hoje comprar um rádio. Eu nem sabia que ainda eram fabricados. São. Uma mercearia aqui perto de casa os vende. Perguntei para o casal que é dono do estabelecimento quem ainda compra rádio. Segundo eles, o pessoal que mora na roça.

Patos é uma roça um pouco maior (não sou pejorativo ao afirmar isso; sou daqui). Mas é claro que não foi por isso que comprei um rádio. Comprei para conviver outra vez com um dispositivo que sempre tive por perto, por causa do meu pai, que sempre escutava rádio.

O modelo que comprei é simples, barato (custou só cento e quinze reais), pequeno (mede vinte e um e meio de largura e treze e meio de altura). Embora abra concessões modernosas (aceita pendrive, cartão SD e capta áudio de TVs), é no visual e nos atributos um aparelho de rádio à moda antiga. Sintoniza AMs (embora estejam migrando para a frequência modulada), FMs e ondas curtas.

À medida que o sintonizador é girado, pode-se escutar o chiado típico que há quando o aparelho tenta achar as emissoras. Tanto gostei de manejar o brinquedo que mesmo para sintonizar as rádios locais de maior potência não recolhi a antena. Estações se misturam, uma ou outra é escutada ao fundo, lá “longe”. O Queen está certo: “Radio, someone still loves you”. 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

LADY GAGA

Há pouco, conferi reprise de uma entrevista com Lady Gaga. Gostei. Além das músicas, que estão em qualquer rádio a todo momento, e do visual espalhafatoso, eu nada sabia dela.

Nasceu em família rica, teve acesso às melhores escolas (foi colega de sala da Paris Hilton) e foi criada em rígida educação católica. Começou a estudar piano, que toca nos shows, aos quatro anos. Antes do sucesso, apresentava-se em clubes noturnos de Nova York. O nome Lady Gaga se deve ao sucesso “Radio Gaga”, do Queen (all we hear is... Lady Gaga...).

Em determinado momento da entrevista, concedida a Oprah Winfrey, o Haiti foi mencionado. Gaga (como ela gosta de ser chamada) disse que estava em Nova York no 11 de Setembro. Segundo ela, muitos poderiam não entender o que as pessoas de lá pudessem estar passar passando naquele momento. Em seguida, disse que o ocorrido no Haiti foi pior do que o 11 de Setembro, e que por isso mesmo os haitianos precisam da ajuda de todos.

Jovem, rica, bonita e, agora, cantora de sucesso do show business. A despeito de todo o auê em torno dela, transmitiu uma imagem de lucidez e simplicidade. Se há algo de empáfia ou soberba, não senti isso durante a entrevista.