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terça-feira, 10 de setembro de 2019

Como eu escrevo

José Nunes faz doutorado em direito pela UnB. Paralelamente, ele tem um projeto intitulado Como Eu Escrevo, em que algumas perguntas são enviadas para escritores e pesquisadores. Fui um dos entrevistados no projeto. Caso alguém se interesse em conferir, é só clicar aqui

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Entrevista para a Rádio Clube

Neste áudio, comento sobre meu livro Anacrônicas, que em breve será publicado.

 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Áudio de entrevista que concedi no Rio de Janeiro

No dia vinte e dois de maio estive no Rio de Janeiro participando do programa Conversa com o Autor, veiculado pela Rádio MEC AM. A atração é apresentada por Katy Navarro. Também participou do bate-papo o autor Juarez Nogueira. A conversa pode ser conferida aqui

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Entrevista

Hoje, estarei no programa Entrevista, da NTV. Vou falar de meus livros. A atração vai ao ar às 18h. 

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Entrevista no Rio de Janeiro

Na semana passada, no dia vinte e dois de maio, estive no Rio de Janeiro participando do programa Conversa com o Autor, apresentado pela jornalista Katy Navarro. Na atração, ela sempre conversa com dois autores. Na gravação da semana passada, Juarez Nogueira, que é de Divinópolis, foi o outro escritor entrevistado.

Conversa com o Autor vai ao ar pela Rádio MEC do Rio de Janeiro. O programa gravado do dia vinte e dois será veiculado em meados de junho. Em breve, dou mais detalhes. À Katy Navarro, muito obrigado pela oportunidade de ter participado do Conversa com o Autor. 

quinta-feira, 9 de março de 2017

Entrevista para a Clube FM

Entrevista

Neste áudio, sou entrevistado pelo escritor e professor Luís André Nepomuceno. Falamos de meu mais recente livro, Amor de Palavra, que será lançado amanhã (10/03), bem como de outros assuntos.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Entrevista para livro sobre fotografia

Em 2015, os estudantes do então quinto período de letras do Unipam, sob a coordenação do professor Geovane Fernandes Caixeta, fizeram um projeto voltado para a fotografia. Dessa ideia, nasceu o livro “Patos de Minas retratada: seu espaço, seu povo, sua cultura”.

O livro contém entrevistas com fotógrafos locais. Camila Andrade, que na época era aluna do curso de letras, entrou em contato comigo para que eu fosse um dos entrevistados. Abaixo, o que respondi. As perguntas me haviam sido enviadas por e-mail. 
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1) Para você, qual é a importância da fotografia?

Penso, a princípio, numa importância individual, no sentido de o sujeito supor que tem o talento para fotografar — e, a partir daí, investir, seja em conhecimento, seja em equipamentos. Dito de outro modo: a fotografia pode ser a felicidade de uma pessoa. Contudo, há a importância social da fotografia, não importa a temática registrada. A fotografia é um outro modo de se contar uma história. Como possibilidade de registro histórico, ela, a fotografia, não vale nem mais nem menos do que outros registros, do que outras mídias. A fotografia é um jeito de contarmos que estivemos aqui e que fizemos algo. É um jeito de contar para o outro um pouco das complexidades do mundo.

2) O que não pode faltar em uma fotografia?

Não pode faltar (ou não deveria faltar) a vontade real de se ter uma boa fotografia, não importa o equipamento que se use. Com as facilidades tecnológicas e com as redes sociais, a fotografia se popularizou, o que é bom. Contudo, a fotografia é algo maior do que registros do que pessoas fizeram num fim de semana; ela é isso também, mas é mais. Nesse sentido, o que não pode faltar numa fotografia, reitero, é o desejo genuíno de se ter um bom registro. No caso de o fotógrafo ser profissional, a técnica ajuda na realização desse desejo.

3) Quais os requisitos para um ingressante se tornar um profissional reconhecido?

Eu não saberia dizer que requisitos são necessários para se tornar um profissional reconhecido. Há muita gente muito talentosa que não é reconhecida. À parte isso, eu poderia arriscar alguns requisitos para que a pessoa seja profissional: dedicação, estudo, teoria e prática; dito assim, parece fácil, mas a linguagem fotográfica é por demais plena de possibilidades. Vejo o fotógrafo profissional como alguém que domina a técnica, mas cujas fotos não são “frias”, destituídas de um elemento que pode ser chamado de espontâneo, de natural ou de algo similar.

4) Que momento(s) na vida de uma pessoa não pode(m) passar sem ser fotografado(s)?

Sem a menor intenção de querer soar exagerado, digo: todos os momentos da vida de uma pessoa mereceriam um registro fotográfico. Obviamente, é impossível haver isso na prática. Desse modo, cabe a cada um decidir o que merece ser fotografado. Não há uma “receita” universal sobre quais momentos não podem deixar de ser registrados.

5) Que fotografia ainda não fez e que gostaria de fazer?

Eu gostaria de fotografar uma mulher adulta, madura, produzida como se fosse receber o Prêmio Nobel. Só que o ambiente em que eu a fotografaria nada teria de sofisticado: eu gostaria de fazer os registros nos bares dos bairros da cidade — de preferência aqueles bares que têm mesa de sinuca e garrafas de pinga na prateleira de madeira.

6) Que tipo de fotografia desafia um profissional?

Novamente, penso não haver uma resposta universal. Penso haver dois tipos de desafio quando o assunto é fotografia: um deles é a foto que ainda não foi feita, mas que o fotógrafo suspeita de que conseguiria fazer; o outro é fotografar algo que fuja da temática geralmente feita pelo profissional. Em meu caso, fotografar animais selvagens nas savanas da África seria o primeiro tipo de desafio; já fotografar modelos em estúdio pertenceria ao segundo tipo.

7) Como você vê a influência da tecnologia na área da fotografia?

Não é raro escutar que a tecnologia, em especial o celular, teria banalizado a fotografia. O que às vezes chamam de banalização, prefiro, sem eufemismo, chamar de popularização. Não encaro a popularização da fotografia como algo ruim. O sujeito que leva a fotografia a sério, se tem em mãos, digamos, um celular qualquer, ainda assim tentará fazer o melhor registro, caprichando, por exemplo, na composição. E se o sujeito tem um equipamento digital que tenha recursos, é preciso lembrar que a essência da fotografia não mudou. Dito de outro modo: as técnicas relativas à abertura e à velocidade são as mesmas desde sempre. A tecnologia influencia ao facilitar, ao tornar mais prático, mas ela, em si, não substitui o talento.

8) Qual a sua opinião sobre fotografia em Patos de Minas?

Levando-se em conta o tamanho da cidade, que é pequena, há um belo número de excelentes fotógrafos, dos quais alguns são jovens. Isso é ótimo. Além do mais, há muita gente que não vive da fotografia mas que tem feito excelentes trabalhos.

9) Você gosta de se fotografar e de ser fotografado?

Não gosto de me fotografar, não gosto de ser fotografado. Sou feio para essas coisas.

10) Conte uma história que o marcou relacionada a uma de suas fotografias.

São várias; muitas delas estão em meu blogue. Neste momento, lembrei-me de uma foto que tirei certa vez de um porco-espinho; a rigor, pude tirar várias fotos dele. Os registros foram feitos no Bairro Copacabana, aqui em Patos de Minas. Na época, houve uma enchente, não sei se do Rio Paranaíba ou se de um córrego que há nas proximidades do Copacabana. O que importa é que, devido à enchente, animais que ficavam mais afastados da cidade acabaram sendo trazidos para perto da área urbana. Estando de moto, reparando no ambiente, olhei para uma árvore e pensei avistar um ninho ou algo assim; chegando mais perto, dei-me conta de que se tratava de um porco-espinho. Enquanto eu o fotograva, fui abordado por uma patrulha da Polícia Militar. Quando desceram, ameaçaram-me; quando perceberam que eu estava fotografando, acalmaram-se — de longe, haviam pensado que minha câmera, com uma longa lente nela acoplada, fosse uma arma; de longe, supuseram que eu estava atirando no porco-espinho. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Entrevista com Luís André Nepomuceno


Neste áudio, bate-papo com o professor, ensaísta e ficcionista Luís André Nepomuceno, que vai lançar em breve seu quinto livro de ficção. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Luís André Nepomuceno em entrevista sobre Cyro dos Anjos

Neste “link”, áudio de entrevista que o escritor e professor Luís André Nepomuceno, do Unipam, o Centro Universitário de Patos de Minas, concedeu hoje para a Rádio UFMG.

No bate-papo, Luís André fala sobre Cyro dos Anjos, escritor de Montes Claros. Cyro morreu em 1994. Se vivo estivesse, faria aniversário hoje. 

segunda-feira, 14 de março de 2016

Entrevista para o Conexão Unipam


Entrevista que concedi para o programa Conexão Unipam. O bate-papo foi ao ar no dia 11/03. Durante a conversa, falei de meu mais recente livro, Dislexias, lançado aqui em Patos de Minas recentemente. 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Entrevista para a NTV


Neste vídeo, entrevista que concedi ontem para Simone Marques, durante o programa Entrevista, exibido pela NTV, emissora de TV local. No bate-papo, conversamos sobre literatura, rádio e fotografia.

À Simone e ao pessoal da NTV, muito obrigado pela oportunidade de falar sobre o Dislexias, meu recente livro, cujo lançamento é hoje, às 20h30, no Bar e Restaurante Armazém, que fica na Doutor Marcolino 113, Centro. 

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Entrevista para a Clube AM/Patos de Minas


Entrevista concedida a José Afonso, da Clube AM, Patos de Minas. O bate-papo foi hoje pela manhã. 

Entrevista para a Jovem Pan Patos


Entrevista sobre meu recente livro, Dislexias, veiculada hoje pela manhã, na Jovem Pan Patos. 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Entrevista sobre Dislexias, meu recente livro


Áudio de entrevista que concedi hoje à tarde para Jota Ramalho, locutor da Rádio Clube AM de Patos de Minas. Na conversa, falei de meu recente livro, Dislexias, e de outras questões relativas ao uso da palavra. 

sexta-feira, 8 de maio de 2015

NO BOTECO COM LÍVIO SOARES DE MEDEIROS — EDIÇÃO 6

Eis mais uma edição de No Boteco com Lívio Soares de Medeiros. A entrevistada é a professora Ângela Oliveira.
 

terça-feira, 28 de abril de 2015

NO BOTECO COM LÍVIO SOARES DE MEDEIROS — EDIÇÃO 5

No ar, mais uma edição de No Boteco com Lívio Soares de Medeiros. O entrevistado é o cantor e compositor Hebreu.
 

sexta-feira, 17 de abril de 2015

EM PÂNICO

Que tecnicamente o Emílio Surita é um baita locutor, até as tarântulas sabem. Acompanhei a carreira dele até à primeira metade da década de noventa. Depois disso, talvez por já estar ficando velho, fui perdendo o interesse em escutar a Jovem Pan FM, uma rádio voltada em essência para o público adolescente.

Ontem, após assistir a um vídeo, fiquei surpreso com a consciência político-social do Emílio Surita. Ao entrevistar a Rachel Sheherazade, que trabalha para a Jovem Pan e para o SBT, Surita revelou uma sensatez que eu desconhecia. Não que eu o julgasse destemperado: é que simplesmente eu não tinha conhecimento do que ele pensa sobre questões como, por exemplo, a redução da maioridade penal.

É sempre bom quando se tem a chance de saber o pensamento, concordando-se ou não com ele, de profissionais que estão em destaques nos grandes meios de comunicação. No caso do Emílio Surita, não deixa de surpreender a moral que ele tem, por ter dito o que disse numa rádio cujas pautas estão em sintonia com as demandas da atual direita no Brasil.


Não raro, mandachuvas são boçais; chega a ser um mérito para o Tutinha, dono da emissora, permitir na rádio dele, num dos programas de maior audiência do rádio brasileiro, um locutor transmitir ideias que não são as do veículo em que ele trabalha. Digo isso partindo do princípio de que ou o Emílio Surita tem carta branca para dizer o que pensa ou não sofrerá retaliação pelo que disse.