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domingo, 18 de maio de 2014

NÚMEROS E PALPITE

ITAQUERINHO

A transmissão do Sportv ficou o tempo todo divulgando os números e as tecnologias do Itaquerão, o estádio do Corinthians, cuja inauguração oficial foi hoje. Para o torcedor corintiano, o número que mais importava, que é o de gols, não houve: jogando contra o fraco Figueirense, o Corinthians foi derrotado por um a zero.

PALPITEIRO 

São Paulo tem a fauna Ganso, Pato e Luis Fabiano. Fluminense tem Conca, Fred e Walter. Em teoria, dois excelentes times. Há equipes que são animadoras no papel, mas que acabam decepcionando em campo. Ainda assim, levando-se em conta o elenco dos dois times, arrisco um palpite: esta edição do campeonato brasileiro será vencida ou pelo São Paulo ou pelo Fluminense. 

domingo, 1 de dezembro de 2013

VASCO OU FLUMINENSE

O Cruzeiro foi uma mãe para o Bahia, que, após a vitória de hoje no Mineirão, livrou-se do rebaixamento, o que acho ótimo. O próprio Cruzeiro já havia sido uma mãe para o Vasco, perdendo para a equipe carioca. O problema é que o Vasco parece estar sem pai nem mãe; a equipe segue na zona de rebaixamento, mesmo tendo vencido o rebaixado Náutico.

O Fluminense também está na zona de rebaixamento. Na última rodada, joga contra o Bahia. Não tivesse o time do nordeste vencido o Cruzeiro no Mineirão, o jogo do fim de semana que vem poderia ser ainda mais dificultoso para o Fluminense. Já o Vasco, na última rodada, enfrenta o Atlético/PR, que ainda disputa vaga na Libertadores.

Já é certo que Fluminense ou Vasco cairá. Pode acontecer ainda de os dois caírem, o que configuraria um ano deplorável para o futebol carioca, mesmo com o Flamengo tendo vencido a Copa do Brasil. Alguns dos que desejam a queda do Fluminense usam o argumento de que o tricolor já foi favorecido em duas viradas de mesa. Para esses torcedores, estaria na hora de o Flu sentir o gosto da segunda divisão.

(As histórias de viradas de mesa refletem os esquemas condenáveis do futebol brasileiro. Caso queira se informar sobre algumas delas, confira este “link”: http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2008/03/28/os-times-beneficiados-pelas-viradas-de-mesa/) 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

CRUZEIRO 4 x 0 PORTUGUESA

Dizer que o Cruzeiro ainda não ganhou o campeonato não é questão de falsa modéstia. A rigor, de fato, nada foi ganho. Falsa modéstia seria dizer que a Raposa não é favorita, sendo que mesmo as plantas sabem que o time de BH tem muita chance de ser o campeão brasileiro de 2013.

Até agora, os resultados do time deixam a impressão de que a equipe não entrou no clima do já-ganhou. Há pouco, no Mineirão, as cinco estrelas brilharam e derrotaram a Portuguesa. Nada está ganho, porém muito já foi conquistado. De pouco valerá esse muito se o time arrefecer; não arrefecendo, pode confirmar o título bem antes da última rodada do torneio.

A primeira chance foi da Portuguesa — Fábio defendeu. Souza, quando a Portuguesa já estava perdendo, chutou uma bomba no travessão do goleiro cruzeirense. Fábio ainda faria uma outra defesa no primeiro tempo. O Cruzeiro, por sua vez, aproveitando-se ou de erros de saída da Portuguesa ou de rebotes não aproveitados pelo adversário, já havia resolvido a partida aos vinte e nove do primeiro tempo.

Também há pouco, o Grêmio derrotou o Atlético Paranaense, de modo que a diferença entre Cruzeiro e Grêmio continua sendo de onze pontos. Enquanto digito este texto, o Botafogo está empatando com o Fluminense em um a um. Caso o Botafogo vença, chegará, a exemplo do Grêmio, a quarenta e cinco pontos, ficando, também, a onze pontos do Cruzeiro. 

domingo, 21 de outubro de 2012

ATLÉTICO/MG X FLUMINENSE

Primeiro tempo

São vários os paralelos entre o futebol e a vida. Assistir a uma partida de futebol é como assistir ao desfile do espetáculo da vida. Assim como na vida, no futebol, nem sempre as expectativas se confirmam.

A expectativa era a de que Atlético/MG e Fluminense fizessem um jogão. O time carioca iniciou a partida realizando um jogo cadenciado, investindo na posse de bola. O Atlético, quando a tinha, partia logo para o ataque.

Não era de se esperar que fosse diferente. O Fluminense está com as duas mãos no título. A ameaça maior à conquista é justamente o Atlético, que ainda pode ser campeão. Num cenário assim, natural que o time mineiro, jogando em casa, tomasse a iniciativa.

Aos catorze minutos do primeiro tempo um impedimento foi marcado contra o Atlético. A TV não repetiu o lance. Inevitavelmente, fiquei com a pulga atrás da orelha, devido às conversas de que o Fluminense estaria sendo favorecido pela arbitragem.

Por que o lance do impedimento não foi repetido? Para se poupar a arbitragem (Jaílson Macedo Freitas foi o juiz)? Por causa de acordo entre CBF e Globo? Ou seria por causa de um outro ajuste espúrio?... Sei que isso está soando a teoria da conspiração, mas é que desconfio de tudo o que leva a chancela da Globo, não importa o meio.

Para piorar, aos vinte minutos, Ronaldinho cobrou falta e marcou. De acordo com o juiz, Leonardo Silva empurrou a barreira, o que de fato ocorreu. Não vale aqui o argumento de que ninguém marcaria uma falta assim. Ademais, a cobrança foi tão bem feita que, ainda que a falta não tivesse ocorrido, Cavalieri, o excelente goleiro do Fluminense, não alcançaria a bola.

A torcida protestou, gritando “vergonha, vergonha!”. Contudo, o ocorrido não afetou o desempenho do Atlético, que era muito superior à atuação do Fluminense. Aliás, foi uma superioridade acachapante diante de um acuado Fluminense. O Atlético teve chance aos oito, aos quinze, aos vinte e sete, aos trinta e aos quarenta e três.

Aos quarenta e quatro, o início das bolas na trave. Primeiro, com Bernard; aos quarenta e cinco, foi a vez de Jô. Chute mesmo, o Fluminense daria um, aos quarenta e nove, em cobrança de falta. Contudo, a rigor, o bombardeio do Atlético foi inócuo no primeiro tempo.

Segundo tempo

O Fluminense melhorou no segundo tempo. Aos dez minutos, Wellington Nem marca, após passe de Fred. Aos catorze, Vítor, o goleiro do Atlético, realiza defesa. Reagindo, o Atlético acertaria a trave novamente. Pressionando, empata aos vinte e três, em chute forte de Jô. Aos trinta e seis, o próprio Jô desempataria, escorando cruzamento de Bernard.

Mas o Fluminense tem Fred. O cara é o artilheiro do campeonato. Embora apagado até o fim da partida, ele empataria novamente o jogo, quase aos quarenta minutos. Levando-se em conta a tabela do torneio, o empate teria sido um baita resultado para o Flu.

Falar de senso de justiça ou de justeza no futebol é algo muito complicado. Mais complicado ainda se levarmos em conta as maracutaias que há em toda parte. Contudo, considerando-se o massacre realizado pelo Atlético, as bolas na trave que acertou e a superioridade apresentada o tempo todo, a vitória atleticana refletiria de modo mais “correto” o que foi o jogo.

Aos quarenta e sete minutos, num jogo previsto para terminar aos quarenta e oito, Leonardo Silva faz o terceiro gol do time mineiro, depois de cruzamento de Ronaldinho. O Independência “desabou”. O resultado fez com que o Atlético fique a seis pontos do líder do campeonato.

O futebol é como a vida, que nem sempre premia quem merece. Além do mais, critérios de merecimento são amplamente discutíveis — no futebol e na vida. Assim, terminada a partida, o Atlético é o vencedor. Se os critérios fossem os meus, eu diria que o resultado foi merecido. Por fim, numa partida assim (foi um jogaço) ganham aqueles que gostam de futebol.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

FLUMINENSE PROSSEGUE NA LIBERTADORES

Imprensa e meios de comunicação disseram que o Fluminense desafiou a matemática ao conseguir a classificação na primeira fase da Libertadores, ao vencer o Argentinos Juniors, lá na Argentina. É que o Fluminense não dependia só de si, além de precisar vencer por pelo menos dois gols de diferença: com o empate em 0 a 0 entre Nacional, do Uruguai, e América, do México (jogo de que o time carioca dependia), o Fluminense se classificou, em virtude do saldo de gols a favor com que terminou a primeira fase do torneio.

A rigor, o que o Fluminense desafiou não foi a matemática. Ele desafiou, sim, a probabilidade da eliminação. Segundo o que foi informado pela imprensa e meios de comunicação, o Fluminense, de acordo com os matemáticos, tinha oito por cento de chances para se classificar. Ora, a classificação do time carioca não desafia a matemática. Aliás, o resultado confirma os cálculos. Afinal, oito por cento de chances não significam chance alguma. O Fluminense não desafiou nem o impossível nem a matemática – ele desafiou o improvável.

À parte isso, a classificação do Fluminense é louvável e bonita. É uma daquelas vitórias que inspiram e que nos incentivam a agarrar possíveis oito por cento de chances que possam aparecer por aí na vida da gente. Em contrapartida, a nota triste foi a vexaminosa briga que aconteceu depois que o jogo terminou.

domingo, 5 de dezembro de 2010

FUTEBOL (8)

Quando me lembro do Fluminense campeão em 84, eu me lembro de Assis e Washington. Daqui a décadas, se eu estiver por aqui para me lembrar do Fluminense de 2010, vou me lembrar de Conca, que para mim é o craque do campeonato brasileiro.

Um combalido porém disciplinado Guarani não conseguiu segurar um nervoso e pouco inspirado Fluminense. Apesar de a partida ter sido chata, o Fluminense realizou um jogo menos ruim do que o do Guarani.

No ano passado, após uma arrancada na reta final, o Fluminense se livrou do rebaixamento; agora, consegue ser o campeão de 2010.

domingo, 21 de novembro de 2010

FUTEBOL (7)

Montillo teve um começo estrondoso pelo Cruzeiro. Contudo, de algumas rodadas para cá não tem alcançado o êxito inicial. Poder-se-ia argumentar que os três gols do Cruzeiro marcados na partida que terminou há pouco tiveram origem em escanteios batidos pelo argentino. Mas os gols se deveram muito mais a falhas da defesa vascaína do que a méritos do ataque cruzeirense.

Outro argentino que tem se destacado no campeonato é Conca, do Fluminense. No torneio desde o início (não é o caso de Montillo), Conca não somente mantém a regularidade, mas também realiza passes precisos e chutes fatais. Deve ser eleito o craque da competição.

Na partida contra o Vasco, o Cruzeiro teve um primeiro tempo avassalador – poderia ter feito pelo menos mais dois gols. No finzinho da primeira etapa, o Vasco marcou. No segundo tempo, a partida perdeu em dinamismo, embora o Vasco tenha jogado melhor do que o que fez no primeiro tempo.

Se na semana passada o Corinthians era o líder, após a rodada de hoje o Fluminense reassume a primeira colocação, com 65 pontos. O Corinthians tem 64; já o Cruzeiro, 63.

domingo, 7 de novembro de 2010

FUTEBOL (6)

Um voluntarioso Vasco, que chegou a acertar uma bola na trave aos trinta e sete minutos do segundo tempo, não conseguiu superar o Fluminense, que fizera um gol aos quatro minutos do primeiro tempo. Com o resultado, o Fluminense segue na liderança do campeonato. Corinthians e Cruzeiro vêm a seguir.
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Ontem, muito se falou no abraço entre Neymar e Dorival Jr., no jogo entre o Atlético/MG e o Santos, realizado em Sete Lagoas/MG. Imprensa e meios de comunicação elogiaram a atitude de Neymar e Dorival. Tomara que o ato tenha sido mesmo espontâneo e sem ressentimentos de ambas as partes, e não apenas um teatrinho para as câmeras de um deles ou dos dois.
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Sempre que é divulgado o público lá no Engenhão, comenta-se que mais gente era esperada. Hoje, no jogo do Fluminense contra o Vasco, vinte e dois mil torcedores estiveram por lá. Novamente, foi mencionado que havia a expectativa de um público maior. Curiosamente, esses mesmos comentaristas dizem que o acesso ao estádio é complicado, por ele ficar longe (penso que ele deve ficar afastado de tudo). Já que vivem repetindo que ir até o estádio é tarefa hercúlea, deveriam aproveitar e repetir que houve superfaturamento na construção da obra. E tomara que cada vez mais e mais torcedores deixem de ir até lá.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

FUTEBOL (5)

Fica-se com a impressão de que neste ano vai ocorrer novamente com o Cruzeiro o que tem ocorrido com o time de alguns anos para cá: a equipe faz um bom campeonato e está sempre os primeiros, geralmente conseguindo vaga para a Libertadores, mas não consegue ganhar o título, perdendo fôlego nas rodadas finais.

Há pouco, em jogo realizado no Parque do Sabiá, em Uberlândia/MG, não foi diferente. A equipe mineira perdeu para o São Paulo – 2 a 0 –, num jogo em que o tricolor foi mais incisivo nos ataques desde o primeiro tempo. Rogério Ceni, numa penalidade que não ocorrera mas foi inventada pelo juiz, bateu o pênalti e fez o segundo gol (o primeiro foi de Lucas).

O Cruzeiro tem 57 pontos e está em terceiro lugar. Fluminense, com 58, é o líder. Corinthians, também com 57, está em segundo lugar. Já a outra equipe mineira, o Atlético, empatou hoje com o Gurani em 0 a 0. Com o resultado, o Galo está na décima sétima posição, na zona de rebaixamento.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

FUTEBOL (3)

O problema maior do Atlético/MG não é nem não ganhar há muito tempo um título que seja mais expressivo do que o campeonato mineiro – é passar aperto no brasileiro.

Em 2005, quando o time foi rebaixado, depois de um empate em 0 a 0 com o Vasco, no Mineirão, a torcida cantou o hino do clube.

Os torcedores do Atlético/MG não farão algo em que pensei, mas seria curioso se houvesse por parte da torcida uma espécie de boicote. Nada de protestos bobos e violentos, mas um silencioso e distante boicote. A torcida alvinegra de BH merece um time à altura dela.

Quanto ao Cruzeiro, depois da goleada que o Fluminense, segundo colocado, aplicou há pouco sobre o Galo, está na terceira colocação, com 44 pontos. O Botafogo, quarto colocado, tem 39.

Em tempo: Luxemburgo, concedendo entrevista enquanto digito estas palavras, anuncia que não é mais técnico do Atlético/MG. Foi demitido.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FUTEBOL (1)

(Acatando sugestão de Adamar Gomes, radialista local, volto a escrever sobre futebol.)

A imprensa e os meios de comunicação têm medo de falar mal de Neymar, com medo de ser careta. A mídia tem medo de que falar mal de Neymar é falar contra o chamado futebol-arte.

Bobagem, tudo isso. O tal do futebol-arte pode ser realizado sem empáfia, sem imaturidade e sem a atitude de querer tirar um sarro do adversário. Neymar é o lado feio do esporte. O lado não-nobre do esporte.

A sensatez ficou por conta de Renê Simões, o qual disse que Neymar é um projeto de craque e de homem. E depois que Renê disse isso, a mesma mídia que compunha loas para o jogador já está dizendo que os comentários de Renê são... sensatos.
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Fiquei numa grande expectativa para acompanhar Fluminense e Corínthians, os dois primeiros colocados do campeonato. Contudo, Cruzeiro e Guarani fizeram um jogo melhor, não somente pelo maior número de gols – 4 a 2 para o Cruzeiro.