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domingo, 19 de dezembro de 2010

NASI EM PATOS DE MINAS

Ontem (18/12), conferi mais um show de Nasi aqui em Patos de Minas. Em maio do ano passado ele veio trazendo convidados – Marcelo Bonfá e George Israel. Ontem, ele se apresentou com sua banda.

O som estava meio embolado, de modo que em canções inéditas e desconhecidas não era possível escutar com precisão a letra. Mas quando se tratava de algum clássico do pop/rock nacional, esse contratempo sumia.

Além do mais, Nasi é roqueiro. Com isso, quero dizer que o show tem muita “pegada”, tanto de Nasi quanto do restante da banda. O rock é também energia e atitude, e isso não falta para Nasi e banda, que fizeram uma hora e meia de um show pleno de vigor e recheado de clássicos do rock brasileiro, além de composições próprias do ex-vocalista do Ira!.

Em maio do ano passado, escrevi que a plateia foi fria. No show de ontem, nem tanto, talvez pelo fato de que o espaço era menor, mais aconchegante. A impressão foi a de que havia mais fãs do Ira!, de Nasi e do rock nacional como um todo do que na apresentação do ano passado.

Uma banda competente, um artista que tem o rock na veia. No repertório, Legião, Cazuza, Raul Seixas, Ira!... e composições da carreira solo de Nasi, que tem um site. Para acessá-lo, clique aqui.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

NASI E MARCELO NOVA

Recentemente, comentei aqui sobre o show do Nasi (que foi vocalista da banda Ira) no Paiolão, durante a Fenamilho.

Na sexta-feira passada, ele e Marcelo Nova (que foi vocalista do Camisa de Vênus) fizeram show em Belo Horizonte. A tônica da apresentação era uma homenagem a Raul Seixas, além de clássicos do Ira e do Camisa.

No show em Patos, Nasi já comentara que o espetáculo tinha a intenção de homenagear Raul Seixas, que morreu há vinte anos.

Estivesse eu em BH, não teria perdido esse show. Gosto demais do trabalho do Camisa de Vênus, bem como do trabalho do Ira. Não bastasse isso, tanto Nasi quanto Marcelo Nova têm algo imprescindível para o rock: pegada.

Nada mais apropriado para homenagear Raul Seixas. (Aliás, é bom lembrar que Seixas e Marcelo Nova gravaram juntos.) Deve ter sido um showzão.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

NASI

Cheguei há pouco. O que posso dizer é que tive o privilégio de conferir uma noite histórica: num mesmo palco, durante um mesmo show, pude curtir Nasi, George Israel, Marcelo Bonfá e Charles Gavin; este não estava previsto, mas apareceu no fim do show e deu uma canja – mais cedo, fizera show com os Titãs.

Não falarei de cada um nem do legado que têm produzido. Só digo: a sensação com que fiquei, é a de que a plateia não entendeu bem o que estava acontecendo. Parece que estavam mais a fim de curtir o bate-estaca que viria depois.

Pensei que Bonfá (que mencionou o primeiro show da Legião Urbana aqui em Patos de Minas e se embananou no meio de "Pais e filhos") “apenas” tocaria bateria; ele também cantou. Pensei que George Israel “apenas” tocaria saxofone; ele também cantou. O restante da banda é de uma competência e de uma “pegada” absolutas. Puro rock. (Infelizmente, não sei os nomes dos integrantes da banda que acompanhou Nasi.)

Ficou no ar um clima de show certo no lugar errado. Estou convencido de que se fosse num grande centro, fãs e imprensa estariam comentando o encontro que houve nesta madrugada em Patos de Minas. Achei o público frio e desinteressado. Pareciam não entender muito bem o que estava acontecendo.

Ainda assim, saí do parque de exposições de alma lavada. De Raul Seixas a Legião Urbana, passando por Ira e Cazuza, berrei e pulei. De saideira, fizeram James Brown – and I felt good.