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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Cheiro de velho

Li há pouco uma brilhante matéria na edição eletrônica da revista The New Yorker. No texto, David Denby escreve sobre o envolvimento cada vez maior dos adolescentes com os telefones e a descrença cada vez maior deles quanto à leitura. Em trecho do artigo, Denby comenta que escutou uma estudante americana dizer de modo pejorativo: “Livros cheiram a velhos”.

Denby argumenta que não há como nem provar nem mensurar os benefícios da leitura. Mesmo assim, vale-se de um argumento prático para advogar a favor do ato de ler: “Um país que tivesse amplamente lido ‘Huckleberry Finn’ teria levado Donald J. Trump a sério por um segundo?”. Para conferir o texto, é só clicar aqui

domingo, 14 de setembro de 2014

(DES)APONTAMENTO 11

Acho que foi o Mark Twain quem declarou que a gente pode escrever de graça por até dois anos. Terminado esse tempo, caso ninguém tenha se predisposto a pagar pelos textos, deve-se parar de escrever. 

Então eu deveria ter parado de escrever há vinte e três anos! 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

ROGER, O "INTELIGENTE" (2)

A mais recente “pérola” do Roger, do Ultraje a Rigor, foi escrever, no Twitter: “Minha família não foi perseguida pela ditadura. Porque não estava fazendo merda”. A postagem era endereçada a Marcelo Rubens Paiva, que participara da Flip e lamentara o fato de pessoas como o Roger terem se convertido ao conservadorismo.

escrevi sobre a fama de inteligente que Roger tinha. Num tempo em que não havia redes sociais, essa fama era mantida porque não se tinha acesso ao que o roqueiro pensa nem ao modo como ele se expressa. Hoje, sabe-se que a inteligência dele é um mito.

Fosse ele comedido, a suposta inteligência a ele atribuída até poderia se manter. No mais, essa história me faz lembrar de um conselho atribuído ao Mark Twain: “É melhor ficar de boca calada e deixar as pessoas pensarem que você é bobo do que abri-la e acabar com toda a dúvida”.