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quinta-feira, 9 de março de 2017
Entrevista para a Clube FM
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terça-feira, 21 de julho de 2015
CONTA-GOTAS
No primeiro dia do mês passado, comecei, pela Clube FM, a apresentar o programa Conta-Gotas. Desde então, tenho tido a oportunidade não só de matar a saudade do tempo em que eu fazia rádio: tenho falado de livros, filmes, poesia, futebol, política... Há ironias, textos de minha autoria, textos alheios, coisas velhas e coisas antigas... A atração é gravada aqui em casa. Envio a locução, sem trilha e sem mixagem; o Wallisson Silva, que trabalha para o Sistema Clube de Rádio, insere, trilhas e vinhetas, editando o programa, que dura no máximo dez minutos. Conto com sua audiência.
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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
A CLUBEM FM ME ATRAPALHA DORMIR
Sempre fui de estar acordado nas madrugadas. A vontade mesmo é a de trocar o dia pela noite. Numa vida ideal, deitar-me-ia lá pelas 6h ou 7h e dormiria até às 14h ou algo parecido. Não posso levar uma vida assim. Todavia, quando não tenho de acordar cedo, fico acordado até o amanhecer.
Há alguns meses, mesmo tendo de me levantar às 7h, eu ainda estava acordado às 2h. O rádio estava ligado. Eu já estava preocupado, sabendo que estaria um bagaço pela manhã, no momento de sair da cama. Minha recusa em dormir existia porque o rádio não parava de tocar músicas legais.
Foi então que me ocorreu escrever um texto sobre a Clube FM de Patos de Minas, a estação que geralmente escuto nas madrugadas. A rádio se dedica a executar pop/rock. Há horários dedicados ao que o mundo do entretenimento tem produzido atualmente; é o caso, por exemplo, das dez mais pedidas do dia ou do Freeway. Mas é louvável o tratamento que a emissora dá ao passado.
As madrugadas da Clube executam pérolas do pop/rock. A programação é de excelência. Chega a ser um alento, em meio a rádios tão comerciais e movidas a jabá, escutar uma emissora que não desconsidera o bonito e rico legado da música comercial. É incrível: a rádio “simplesmente” não toca música ruim de madrugada.
Poder-se-ia alegar que esse horário é pouco interessante, no sentido comercial, para as rádios. Por um lado, é verdade, mas, no caso da Clube FM, mesmo durante o dia, podemos escutar canções que quase nunca são escutadas por rádios privadas. (Enquanto digito, são 16h29 de hoje, dois de janeiro de 2015: estão executando Creedence Clearwater Revival! Agora estão tocando Counting Crows!)
Suspeito de que um dos responsáveis por essa programação de excelência, em especial durante a madrugada, seja o Adriano Sousa, locutor e redator da emissora. Fui colega de trabalho do Adriano na Clube. Quando se tem contato com ele, fácil perceber a familiaridade que ele tem com a cultura pop, não importa se filmes, quadrinhos, “video games” ou pop/rock. Naturalmente, para uma rádio com o perfil da Clube, ele tem muito a contribuir para a envolvente programação musical da emissora.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
NAS ONDAS DO RÁDIO
Já escrevi neste blog sobre dois grandes radialistas – Henrique do Valle e Julinho Mazzei.
Cresci escutando rádio. Lembro-me de escutar demais a Rádio Clube AM, a Clube FM, a Princesa (Lagoa Formosa), a Itatiaia (Belo Horizonte) a Globo (tanto a do Rio de Janeiro quanto a de São Paulo)...
Cresci escutando essas e tantas outras emissoras por causa de meu pai, que ficava o tempo todo com o rádio ligado. Em minha adolescência, acompanhei também a Rádio Mundial, do Rio de Janeiro – hoje, a CBN (foi na Mundial em que trabalhou o locutor Big Boy, no fim da década de 60; caso queira escutar o genial locutor, vá até o YouTube). Também me lembro do tempo em que o Fausto Silva (o Faustão, do Domingão) apresentava o Balancê, na Excelsior. Das FMs de São Paulo, escutei muito a Transamérica, a Jovem Pan, a Nova e a Mix. Ainda as escuto, mas com menos freqüência.
No rádio local, sempre que posso, escuto o Adriano, que trabalha na Clube FM. Ele tem dois horários na emissora: de 11h às 13h e de 20h às 23h. Adriano tem uma respeitável cultura pop, o que é ideal para o tipo de emissora em que trabalha. Devido a essa cultura pop, brinda os ouvintes com informações sobre os artistas que rolam na programação da rádio. Um tipo de locução inteligente e agradável.
Cresci escutando rádio. Lembro-me de escutar demais a Rádio Clube AM, a Clube FM, a Princesa (Lagoa Formosa), a Itatiaia (Belo Horizonte) a Globo (tanto a do Rio de Janeiro quanto a de São Paulo)...
Cresci escutando essas e tantas outras emissoras por causa de meu pai, que ficava o tempo todo com o rádio ligado. Em minha adolescência, acompanhei também a Rádio Mundial, do Rio de Janeiro – hoje, a CBN (foi na Mundial em que trabalhou o locutor Big Boy, no fim da década de 60; caso queira escutar o genial locutor, vá até o YouTube). Também me lembro do tempo em que o Fausto Silva (o Faustão, do Domingão) apresentava o Balancê, na Excelsior. Das FMs de São Paulo, escutei muito a Transamérica, a Jovem Pan, a Nova e a Mix. Ainda as escuto, mas com menos freqüência.
No rádio local, sempre que posso, escuto o Adriano, que trabalha na Clube FM. Ele tem dois horários na emissora: de 11h às 13h e de 20h às 23h. Adriano tem uma respeitável cultura pop, o que é ideal para o tipo de emissora em que trabalha. Devido a essa cultura pop, brinda os ouvintes com informações sobre os artistas que rolam na programação da rádio. Um tipo de locução inteligente e agradável.
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