O Vasco é grande, é maior do que qualquer cartola, mas, neste momento, tem o tamanho de seu presidente.
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domingo, 6 de dezembro de 2015
VASCO NA SÉRIE B
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sábado, 14 de novembro de 2015
EM CAMPO
Revoada de quero-queros no jogo entre Vitória e Ceará, pela série B do brasileiro. O futebol ainda tem beleza.
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domingo, 1 de novembro de 2015
ATLÉTICO 0x3 CORINTHIANS
O Corinthians está entrosado, tem bons jogadores e bom treinador. Levando-se em conta a matemática, o time ainda não é o campeão do torneio. Mas tem tudo para ser. O único time que poderia ameaçá-lo era o Atlético.
A equipe mineira é mais aguerrida do que técnica. Não que o Atlético seja um time ruim, mas o Corinthians é melhor do que o Galo. No jogo de há pouco, a despeito da maior posse de bola do Atlético, a equipe de São Paulo teve paciência e soube ser letal.
Ainda que tivesse perdido o jogo, o Corinthians continuaria o favorito para a conquista do título. Depois da vitória de hoje, é muito difícil que isso não ocorra.
domingo, 13 de setembro de 2015
CRUZEIRO E ATLÉTICO EMPATAM NO MINEIRÃO
Depois de um primeiro tempo chocho, Cruzeiro e Atlético fizeram um memorável segundo tempo há pouco, no Mineirão. Com Mena tendo sido expulso aos seis minutos da segunda etapa, a pressão do Atlético passou a ser grande, embora tenha sido o Cruzeiro, com Alisson e com Willian, a ter as grandes chances. Mesmo assim, a impressão que se tinha era a de que, devido à forte pressão que fazia, seria questão de tempo para que o Atlético marcasse. O que ocorreu, aos quarenta e três, por intermédio de Carlos.
Se o goleiro Victor falhara no gol do Cruzeiro, redimiu-se, defendendo o pênalti cobrado por Willian, que esteve ofuscado enquanto Luxemburgo comandou a Raposa recentemente. No duelo particular entre Cruzeiro e Atlético, dentro do campeonato brasileiro, a Raposa teve vantagem sobre o Galo, pois o Cruzeiro venceu no primeiro turno. Já os corintianos ficaram satisfeitos com o empate no Mineirão: o Corinthians está a cinco pontos do Atlético.
domingo, 16 de agosto de 2015
VASCO FORA DE CAMPO
A falta de educação não implica o fiasco; de modo análogo, a gentileza não assegura o êxito. Ainda assim, a campanha horrorosa do Vasco no primeiro turno do campeonato brasileiro tem se mostrado um fiasco fora de campo também.
Ontem, demitiram o Celso Roth. Até aí, nenhum problema, mesmo tendo-se noção de que ele não é o responsável único pela campanha irrisória do Vasco. Mas, em última instância, os cartolas têm o direito de contratar ou de demitir quem quiserem, por mais estapafúrdias que sejam tais demissões (geralmente são).
Quem anunciou que Roth não seria mais o técnico do Vasco foi o vice-presidente de futebol da equipe, José Luis Moreira. Ele foi lacônico: “O treinador tá fora (...). Celso Roth tá fora do Vasco”. A brevidade ou a objetividade não são problemas. Aliás, são até recomendadas. A questão do cartola do Vasco foi o tom que ele usou.
Ele foi deselegante, mal-educado. A grosseria dele ficou ainda mais evidenciada quando, minutos depois, Roth concedeu entrevista plena de civilidade. Não há como saber o que houve nos bastidores; julgando pelo que foi ao ar, ficou claro o grau de “profissionalismo” dos que mandam no Vasco.
Não vale o argumento de que o dirigente estava, por assim dizer, de cabeça quente. Além do mais, esses momentos são mais reveladores do que as calmarias. Quando reassumiu, o Eurico Miranda disse que o respeito voltara. Não é o que o primeiro turno do torneio demonstrou. No segundo, a equipe terá de fazer muito para fugir do rebaixamento. O torcedor da equipe merece mais — dentro e fora de campo.
domingo, 14 de junho de 2015
PRESCRIÇÃO
Ontem, narrador do SporTV, de que não sei o nome, resumindo a trajetória do jogador Allano, do Cruzeiro, diz que o jovem já estava desistindo de ser jogador de futebol, tendo procurado emprego numa farmácia. Hoje, tem oportunidade de ser titular de um grande time. A vida tem... remédio...
sábado, 6 de junho de 2015
ATLÉTICO/MG 1 x 3 CRUZEIRO
Numa boa partida, o Cruzeiro derrotou o Atlético no Independência. Levando-se em conta as circunstâncias, a vitória cruzeirense é um feito. O Atlético está em melhor fase, vinha jogando melhor do que o Cruzeiro, que tem padecido depois do desmanche por que passou, terminada a temporada passada.
O Atlético era o favorito. Quando joga no Independência, é forte. Além do mais, não havia torcedor do Cruzeiro nem do Atlético que não tivesse em mente o dado de que o dono da casa estava a onze jogos sem perder para o Cruzeiro. Começada a partida, ainda que se argumente que Leonardo Silva estava impedido (estava mesmo) no lance que originaria o gol do Atlético, marcado por Luan, aos treze minutos do primeiro tempo, isso não anula o melhor momento vivido pelo Galo.
Com um a zero para o Atlético, pensei que o recente tabu seria mantido: a configuração conduzia a mais uma vitória atleticana, embora o Cruzeiro estivesse mais aguerrido do que esteve em partidas que disputou recentemente. O time do Atlético, veloz e melhor taticamente, foi melhor no primeiro tempo, o que não impediu o Cruzeiro de empatar, aos quarenta e seis, com gol contra de Gemerson.
No intervalo, Wallison é substituído por Gabriel Xavier. Com trinta e um segundos de bola rolando no segundo tempo, Xavier desempata. Depois, deixaria o jogo, com dores na coxa; foi substituído por Alano. Aos vinte e seis, depois de cruzamento de Damião, Marquinhos pegou de primeira, marcando o terceiro gol do Cruzeiro. (Assistindo ao jogo, quando me dei conta de que ele chutaria de primeira, cheguei a dizer “não” em voz alta, considerando que ele erraria; com a bola na rede, meu não se transformou em “sim”.) No segundo tempo, melhor foi a Raposa, mesmo considerando-se as excelentes defesas do Fábio.
Fui contra a demissão de Marcelo Oliveira. Não sou a favor de Luxemburgo no Cruzeiro. É claro que me lembro daquele formidável time de 2003, que era treinado por ele, Luxemburgo; eu estava lá no Mineirão quando da partida contra o Paysandu (jogo que decretou o título do Cruzeiro). Sei reconhecer a importância que o técnico teve para o Cruzeiro, mas não o vejo como sendo ideal para o time neste momento.
Os defensores de Luxemburgo têm dados convincentes para me refutar: no meio de semana, o Cruzeiro derrotou o Flamengo; hoje, no Independência, a Raposa quebrou escrita recente, em que o elenco atleticano vinha saindo vitorioso. Obviamente, estou satisfeito com a vitória cruzeirense, conseguida há pouco. Ainda assim, não sinto firmeza no que Luxemburgo possa vir a fazer no Cruzeiro neste 2015. Que eu esteja errado.
domingo, 17 de maio de 2015
SANTOS DERROTA O CRUZEIRO
Há pouco, o Santos venceu o Cruzeiro, na Vila Belmiro, por um a zero. Claro que os cruzeirenses não gostaram, mas o placar poderia ter sido uma goleada a favor do Santos. E em tempo: o jogador Chiquinho, do Santos, é a cara do cantor Chico César.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
SOBRE MARCAS E MARCOS
Palmeiras e Atlético/MG fizeram o jogo de abertura do campeonato brasileiro deste ano. Faltando meia hora para o início da partida, Globo e CBF ordenaram que as placas que continham os dizeres “Allianz Parque” fossem parcialmente tapadas: esconderam o “Allianz”. A seguradora alemã pagou trezentos milhões de reais para ter o nome exibido no estádio e para nomeá-lo.
Paulo Nobre, o presidente do Palmeiras, justificou-se, dizendo que os letreiros do estádio, em virtude de acordo, não pertencem ao clube. Além do mais, a iniciativa contou com o apoio da CBF, patrocinada pela Seguros Unimed, concorrente da patrocinadora do Palmeiras. A iniciativa da Globo não se trata apenas de não fazer propaganda involuntária para a Allianz.
Isso me remete ao ano de 2001, quando o Vasco usou o logotipo do SBT na decisão de um torneio chamado Copa João Havelange. No dia trinta de dezembro de 2000, a decisão entre Vasco e São Caetano, em São Januário, foi interrompida devido à queda de alambrado. Cento e sessenta e oito pessoas ficaram feridas. Eurico Miranda, que era o presidente do Vasco na época (recentemente, ele voltou ao cargo), não gostou da cobertura que os meios de comunicação (em especial a Globo) deram para o caso.
Esperto que é, Eurico Miranda conseguiu disseminar na equipe a ideia de que o Vasco estaria sendo “perseguido” pela mídia. Mas ninguém poderia imaginar o que ele estava urdindo. Uma nova partida foi marcada para o dia dezoito de janeiro de 2001; o jogo foi disputado no Maracanã. Nessa data, com exibição da Globo, o Vasco entrou em campo com o logotipo do SBT estampado na camiseta.
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