A imprensa e os meios de comunicação são sensacionalistas. Por isso, não surpreende o dizerem que é polêmico o fato de a Sandy ter declarado, em entrevista para a Playboy, que “é possível ter prazer anal”. Ora, não há nada de polêmico na declaração.
Quem se diz chocado/decepcionado com isso (ou com a campanha da Devassa), é porque ainda não aprendeu a separar a vida pública da que se leva na intimidade. Se em público Sandy preferiu, por muito tempo, passar uma imagem pudica, isso não é motivo para que se conclua como é a cantora quando não está na pele da artista; isso não autoriza ninguém a “exigir” como deveria ser a vida dela.
Nessa história toda, a declaração maliciosa e bem-humorada (ainda que malícia e humor tenham sido involuntários) foi de Adriane Galisteu – que, por sinal, é “concorrente” de Sandy na mesma edição da revista: “Gostei que ela se posicionou [epa!] como mulher, que ela existe, senão fica aquela coisa meio imaculada da Sandy”.