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quinta-feira, 9 de junho de 2016

O 7 a 1 que conta

 O 7 a 1 que revela o que é a seleção da CBF é o da Copa do Mundo. O de ontem, contra o Haiti, não é um placar que reflita mudança de postura na entidade que comanda o que ocorre com o time de futebol que disputa competições oficiais. O paradigma que permanece na CBF é o de um modelo arcaico e atrelado a empresas que não se importam nem com o futebol nem com o torcedor.

Os que lucram com o que é a CBF e com o que ela fez do futebol brasileiro vão descontextualizar o 7 a 1 de ontem, fazendo com que ele tenha robustez que não tem. Parte da torcida, influenciada por essas mesmas empresas que lucram a partir do que a CBF produz, vai levar em conta a versão descontextualizada do 7 a 1 contra o Haiti.

Ainda mais que o 7 a 1 que de fato revela o que é a CBF e as empresas que gravitam em torno dela vai se distanciando no tempo. Quanto mais distante ele vai ficando, mais o esquema CBF-empresas-parceiras continuará lucrando a partir do já combalido e defasado futebol nacional.

Sou defensor do boicote dos torcedores quanto aos jogos promovidos pela CBF. Fico pensando em, por exemplo, um Flamengo x Corinthians em que não haja nenhum torcedor — justamente por ela, torcida, ter decidido não ir. Sei que isso nunca ocorrerá.

Pode haver estádios sem torcida; só que isso será decisão da CBF, não dos torcedores. Se a Confederação Brasileira de Futebol e os parceiros dela efetivamente quiserem, farão uma assepsia total; nesse cenário, pode não haver torcedor algum nos estádios durante as partidas.

Se for para haver “torcedores”, que sejam aqueles que não oferecem nem paixão pelo futebol nem críticas contra a CBF e seus parceiros. Num contexto assim, tudo seria reluzentemente limpinho. O mesmo tipo de limpeza pela qual prima a CBF e suas parceiras.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

CBF EM CAMPO

O time da Venezuela é mesmo fraco: perdeu até para a seleção da CBF. 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

MAS QUE BÓSNIA!

A maior prova de que torço pelo Brasil é que achei muito bom o time brasileiro jogar hoje (28/2) uma partidinha medíocre contra a Bósnia. Há muito que a seleção é o esquemão da CBF, que por sua vez é o esquemão de Ricardo Teixeira. Como sou contra Teixeira e sou a favor do Brasil, torço para que o esquemão do cartola se dê mal. Pode parecer um paradoxo, mas, como cidadão, torcer para o Brasil implica torcer para que a chamada seleção brasileira (que na verdade é a seleção da CBF) se dê mal.

O Brasil já perdeu uma Copa no Maracanã. Que perca outra. Com gol de Messi. Sim, de Messi. Isso seria o fim perfeito para as ingerências, desmandos e maracutaias de Teixeira. Seria a consequência merecida e radical de décadas de irresponsabilidade e jogos de interesse de Teixeira e asseclas. O improviso não resolve situações em que devem estar em campo o planejamento e a paixão. Aquilo que jogou hoje lá na Suíça não tem uma coisa nem outra.

Gosto muito de futebol. Mas, antes disso, gosto de meu País, sem bairrismos tolos. Por querer o bem de meu País, o que é a rigor querer o bem para a gente do País, é que sou contra a realização da Copa aqui. Que o esquema bolado por Teixeira seja um fiasco no torneio. Ainda que ele não esteja mais na CBF quando da realização do Mundial, estarão por lá seus vassalos. Se Teixeira e quadrilha saírem vitoriosos em 2014, os derrotados, mais uma vez, seremos nós.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

FUTEBOL (12)

A seleção brasileira perdeu para a França a Copa de 98. A seleção brasileira foi desclassificada pela França da Copa de 2006. Hoje, a seleção brasileira perdeu mais uma para a França. Da França, a seleção brasileira não ganha desde 1992. O Brasil se tornou freguês.

Mano Menezes, nos primeiros amistosos que disputou como técnico do Brasil, enfrentou times menores. Jogando contra grandes, perdeu – para a Argentina e para a... França. Vêm aí amistosos contra a Holanda e contra a Alemanha.