Mostrando postagens com marcador Rusimário Bernardes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rusimário Bernardes. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de julho de 2016

Cortesia que não houve


Há alguns dias, tentei achar na internet um texto que publiquei há muito, muito tempo num “site” dedicado à língua inglesa. Digitando no Google o título do texto e meu nome, não achei o que escrevi. Suponho que a página em que o escrito foi publicado não mais exista.

O curioso é que acabei chegando a um endereço no Pinterest em que publicaram uma foto de minha autoria sem minha autorização. No perfil, escreveram: “Photo courtesy of Lívio Soares de Medeiros”. Contudo, nunca fui consultado quanto ao uso da imagem. Nos “prints” que estão nesta postagem, tapei com tarja vermelha os nomes dos que divulgaram a foto na rede social.

Sei que a internet é assim: valem-se do trabalho alheio sem consulta do autor ou autores do trabalho. A primeira pessoa a se deparar com alguma foto minha usada sem minha autorização foi o amigo Rusimário Bernardes, que, há muito tempo, me enviou “link” em que havia uma foto que tirei de uma antiga máquina de datilografia. Também não fui consultado quanto ao uso dessa foto.

No dia em que procurei pelo texto que eu havia publicado na página voltada para a língua inglesa, eu havia usado o celular. Nessa ocasião, eu havia acessado dois “links” no Pinterest em que havia a mesma foto minha (a que está no “print” de tela desta postagem). Creio que um usuário copiou ou compartilhou a imagem do outro (não sei como funciona o Pinterest, de modo que não sei se há mesmo a possibilidade de compartilhamento).

De qualquer modo, a postagem a que cheguei no Pinterest dá uma medida de como as pessoas se sentem à vontade para compartilhar o trabalho de alguém sem sequer consultar o autor. Fosse eu agir estritamente de acordo com leis de direito autoral, eu poderia, no mínimo, exigir que a foto fosse retirada do Pinterest. Não farei isso, mas tentarei entrar em contato com quem postou a imagem. Mesmo aqui em Patos, fotos minhas já foram divulgadas em “sites” de notícias sem os créditos. Não encrenquei contra eles, mas pode ser que um dia vão se deparar com quem encrenque... 

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

"CAUGHT"

Um dia desses, graças a meu amigo Rusimário Bernardes (para acessar a página de seu livro “Agapantos”, gentileza clicar aqui), que descolou o filme para mim, assisti novamente a “Caught” (curiosamente, se bem entendi, o filme tem dois nomes no Brasil – “Desejo” e “Aprisionados”). A direção é de Robert M. Young; foi lançado em 1996.

Em sua rotina, Joe (Edward James Olmos) acorda em torno de 4h e vai trabalhar. Ele é dono de uma peixaria. Depois de madrugar para comprar os peixes, vai para o local de trabalho, onde é ajudado por Betty (a bela e sensualíssima Maria Conchita Alonso), sua esposa, que chega ao trabalho quando Joe já deu início à organização da peixaria para mais um dia.

Betty está cansada dessa rotina. Não gosta de lidar com peixes, está entediada e quer que o marido venda o imóvel da peixaria, assim como outros comerciantes da área estavam fazendo – empresários em Nova York, onde se passa a história, estão pagando muito dinheiro pelos imóveis da disputada região. Joe, contudo, recusa-se à venda.

Essa rotina é quebrada quando o jovem Nick (Arie Verveen), fugindo da polícia depois de um contratempo com outro andarilho, entra de repente na peixaria e pede ajuda ao casal, dizendo estar faminto. Joe recusa ajuda, mas acaba cedendo aos pedidos da mulher, que não somente faz com que o marido contrate Nick, mas também convence Joe a levar o jovem para a moradia do casal, onde ele passa a ocupar o quarto que é de Danny (Steven Schub), filho de Joe e Betty. Danny está em Los Angeles tentando a carreira de comediante na TV.

O triângulo amoroso toma lugar. À medida que Joe vai ensinando a Nick os truques do trabalho e passa a ver no jovem um amigo que injetara quebra de monotonia na vida dele e de Betty, ela e Nick vão se entregando a um tórrido romance. A situação se complica quando um fracassado (e patético) Danny volta para casa, levando consigo a namorada (Bitty Schram) e o bebê do casal.

O filme é maduro e muito bem conduzido. Um dos pontos altos são as cenas de amor extremamente sensuais entre Nick e Betty. E sem falsos moralismos, “Caught” aborda temas como o amor de uma mulher por um homem mais jovem, o adultério e a rotina de um casamento cheio de cansaço; há sonhos estilhaçados, fracassos revelados – o sonho americano tem seu lado feio. O roteiro percorre vielas difíceis, mas se sai vitorioso quando o destino dos personagens se define.

As cenas de abertura e encerramento, em que peixes são usados como metáfora – alguns se safam da rede e outros são agarrados (caught) – me remetem a uma frase do Einstein de que gosto demais: “O que sabe o peixe sobre a água em que nada a vida inteira?”.

O filme é baseado no romance (já estou correndo atrás para adquirir) “Into it”, de Edward Pomerantz, que é também o roteirista.

domingo, 13 de setembro de 2009

MÁRIO NHARDES LANÇA LIVRO

Com prazer, recebi hoje o livro “Agapantos”, de Mário Nhardes, pseudônimo de Rusimário Bernardes. O livro foi publicado por intermédio da All Print Editora.

“Agapantos” é composto por poemas. Curtos, revelam um poeta que se volta para as ditas coisas simples, para o cotidiano, sem a preocupação de se dedicar a um texto cerebral ou voltado para malabarismos com a linguagem.

Sensível, Nhardes trata com lirismo até as temáticas sociais, como a destruição da natureza e o descaso para com as crianças, só para ficar em dois exemplos.

“Agapantos” contempla a amizade, a mulher, o amor e a natureza em versos curtos. Aqui e ali, revela também senso de humor. Nos poemas breves, mostra a capacidade de muito sugerir com poucas palavras: “Você e seu vestido,/Eu e minha imaginação”.

Não bastasse a leitura agradável e leve que o texto de Nhardes proporciona, a edição tem um sóbrio e elegante projeto gráfico, com capa de Manoel Almeida. Em breve, haverá uma página na internet dedicada ao livro. Mas caso você queira conhecer mais sobre o autor, acesse nhardes.com.

terça-feira, 16 de junho de 2009

www.liviosoares.com

Pessoas, há material “novo” em meu site. Digito a palavra novo entre aspas pelo seguinte: é que na verdade regravei parte dos textos em inglês que estavam lá e deletei um ou outro. Caso queiram, gentileza conferir em www.liviosoares.com.

Mais uma vez, muito obrigado a Rusimário Bernardes pela gentil atenção e pelo competente trabalho.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

MATERIAL NOVO EM LIVIOSOARES.COM

Pessoas, há material novo em meu site – textos gravados por mim. A rigor, a única coisa recente é a gravação. É que os textos foram escritos na primeira metade da década de 90.

Aqui e ali, pode-se escutar um carro passando, uma palavra lida incorretamente... Para piorar, eu estava gripado quando gravei os textos... Ainda assim, caso tenha um tempinho, gentileza conferir.

Aproveito e agradeço a meu amigo Rusimário Bernardes pelo caprichoso e excelente trabalho na publicação dos textos. O material pode ser conferido em
www.liviosoares.com.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

SITE

Rusimário Bernardes reformulou seu portal na internet.

Além do talento para escrever, ele também faz páginas para a internet. Eu me lembro de que certa vez, conversando com ele, comentei que eu tinha o interesse de ter um site; então perguntei quem poderia fazer a página para mim. Ele disse: “Eu”. Isso já deve ter uns três anos. Desde então, temos trabalhado juntos, o que muito me agrada, pois ele soube traduzir muito bem o que eu tinha em mente.

Aqueles que conhecem o carismático Rusimário também sabem que entre seus inúmeros dons está o da amizade.

Para conferir o portal dele, acesse
www.nhardes.com .

terça-feira, 9 de setembro de 2008

CROMO 5

Quero dedicar esta foto a meus amigos Manoel Almeida e Rusimário Bernardes.

Manoel, você comentou que um pôr-do-sol nunca se repete. É precisamente isso uma das coisas que me fascinam na fotografia – afinal, nada se repete.

Rusimário, você comentou na imagem do pôr-do-sol anterior que se tratava de um milagre da natureza. O que posso dizer é que é um privilégio registrar momentos assim. Fico muito feliz quando presencio e fotografo esses espetáculos da natureza.

No fundo, fotografo para “dizer” às pessoas: “Gente, isso aconteceu um dia”. É por aí.

Mais uma das fotos feitas com cromo. Tirada segundos após a foto do pôr-do-sol postada anteriormente. Na anterior, usei a grande angular da lente, uma 28-135; nesta, a lente estava em 135.

CULTURA NA CULTURA

Rusimário Bernardes, um dos integrantes do Marrecos Paturebas, é também poeta. Alguns de seus textos, ele os assina como Mário Nhardes.

Textos de Rusimário Bernardes podem ser lidos
aqui.

Rusimário, em seu pseudônimo Mário Nhardes, já teve um de seus poemas divulgados na TV Cultura, no Provocações, de Antônio Abujamra. Caso queira escutar, gentileza clicar
aqui.