O problema não é a assessoria de comunicação de Temer, no que teria sido uma tentativa de popularização da imagem dele, chamar a imprensa para cobrir a ida do presidente à escola do filho dele no primeiro dia de aula do garoto. O problema é parte da imprensa ter atendido ao chamado.
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quarta-feira, 27 de julho de 2016
Apontamento 343
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Michel Temer
quinta-feira, 25 de junho de 2015
JOICE HASSELMANN E AS PALAVRAS ALHEIAS
A Joice Hasselmann foi acusada de plagiar sessenta e cinco (!) reportagens. Ela negou; em nota publicada no Facebook, esbravejou contra aqueles que a estão acusando, mas... apagou, do blogue em que escreve, as postagens que estão sendo acusadas de serem plágio. Ora, se ela garante que os textos são dela, se ela está certa disso, por que apagá-los?...
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quarta-feira, 10 de junho de 2015
APONTAMENTO 255
O povo brasileiro é melhor do que a chamada grande imprensa e do que os chamados grandes meios de comunicação do Brasil.
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quarta-feira, 25 de março de 2015
BLINDAGEM
Para se blindarem, alguns têm carros; outros, imprensa.
#Podemostirarseacharmelhor
quarta-feira, 4 de junho de 2014
É MUITO IMPORTANTE LER A VEJA
Um grande escritor ensina muito, não somente sobre o ofício de escrever, mas também sobre a vida. Um mau escritor ensina muito, principalmente sobre o ofício de escrever. Sem querer, o mau escritor acaba ensinando um monte de coisas a serem evitadas. Ler ensina.
Por isso, de modo análogo, é muito importante ler a Veja. A revista é uma aula de como não se deve fazer jornalismo. À maneira dela, acaba ensinando muito sobre o que é uma postura jornalística, precisamente pelo motivo de não tê-la.
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
VEJA SÓ
As pessoas com quem convivo sabem que considero a revista Veja uma excrescência, uma degeneração do jornalismo; a Veja é deplorável, asquerosa, afetada. O meio é uma das piores expressões da imprensa brasileira — se não for a pior.
Entusiastas do periódico acreditam que ele faz jornalismo. É que, à primeira vista, a publicação se parece mesmo com uma revista semanal de informações. Contudo, basta a leitura de matéria qualquer ou de qualquer um de seus articulistas para se perceber que a Veja não está nem um pouco preocupada com jornalismo. Ademais, o tom da revista é uma das coisas mais abjetas que já li.
Obviamente, sei do poder que ela tem para influenciar a população. Além disso, não deixo de reconhecer quando ela faz um trabalho bom — o que é muito raro. Ainda assim, a capa da edição de 14 de maio de 2014 evidencia o poder da leitura; em especial, segundo a capa, a leitura de ficção. Ainda não li a matéria. Embora otimista com ela, não me surpreenderei se houver o usual tom "blasé" e pedante da publicação. Também não será surpresa se o texto for apenas uma propaganda sobre o John Green travestida de jornalismo.
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sábado, 17 de novembro de 2012
GRITO OCO
Os colunistas dos meios de comunicação andam parcos de ideias e bons de gritaria. Não são bobos. Sabem que quanto mais escreverem bravatas ou falarem tolices, terão seus textos reproduzidos; serem achincalhados é o troféu a que aspiram. O público reage fortemente à ausência de ideias.
Cada profissional quer ser mais retumbante do que o outro. O que vale é causar impacto, ser comentado nas redes sociais, gerar polêmicas bobas. Quanto mais “odiado”, melhor. Textos elegantes e mentes refinadas não repercutem. Contratantes e contratados se divertem.
Não sei se o que vários colunistas querem é ser originais ou se querem chamar a atenção. Se tentam ser originais, fracassam, pois gritar está na moda (sempre esteve); se tentam chamar a atenção, conseguem, pois substituir pensamentos por berros está na moda (sempre esteve). Não se pode negar: são bem-sucedidos.
Não há espaço para a sutileza. Camuflam a falta de ideias sólidas com o grito mal-educado. Existe algazarra, uma espécie de disputa para se aferir quem consegue falar mais alto dizendo as maiores bobagens. Não se busca a expressão clara de uma ideia, mas o grito selvagem que tenta camuflar a ausência delas. Não somente quando há o áudio. Palavras no papel ou na internet também gritam.
Entendo que chefes querem retorno. Querem audiência, querem leitores. Nesse afã, empregados e empregadores parecem satisfeitos se qualquer coluna feita com estudada veemência causa repercussão. Sabem que excelência não traz audiência nem leitores.
Quem não quer a gritaria e ainda acredita em coisas como a sutileza torna-se refém do vozerio de articulistas cheios de empáfia. Em vez da ideia, o grito; em vez do debate, a iconoclastia gratuita. Se não berrarem, não conseguem ser notados.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
"FAROESTE CABOCLO"
Ontem (10/5/2008), recebi a visita do amigo Rusimário Bernardes, que tem o dom da conversa. É sempre engraçado e expressa suas opiniões com calma e comedimento. Tem ainda a modéstia. Deixando de lado a arte da retórica, Rusimário também lida com internet – foi ele quem fez o site liviosoares.com.
Entre tantas coisas, acabamos falando sobre o caso da menina Isabella. Num certo momento, Rusimário disse que a história o fazia se lembrar de Renato Russo. A princípio, não compreendi o motivo. Percebendo minha cara de quem nada entendera, ele mencionou aquele trecho da letra em que os meios de comunicação fazem o maior “carnaval” com a história de João de Santo Cristo. Diz o trecho:
E o Santo Cristo não sabia o que fazer
Quando viu o repórter da televisão
Que deu notícia do duelo na TV
Dizendo a hora e o local e a razão
No sábado então, às duas horas, todo o povo
Sem demora foi lá só para assistir
Um homem que atirava pelas costas e acertou o Santo Cristo
Começou a sorrir.
Sentindo o sangue na garganta,
João olhou pras bandeirinhas e pro povo a aplaudir
E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e
A gente da TV que filmava tudo ali
A mim, que acompanhei de perto a trajetória do Legião Urbana, a comparação não havia ocorrido. Por essas e por outras é que é sempre bom conversar com pessoas inteligentes.
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