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terça-feira, 12 de novembro de 2013

ENTREVISTA COM ADAMAR GOMES

Abaixo, entrevisto Adamar Gomes para o Canal 5, emissora de TV por assinatura que transmite pela NET. A entrevista foi ao ar na semana passada.

O entrevistado fala sobre os tempos em que foi baterista de uma banda, conta histórias sobre futebol e, claro, relata sua trajetória no rádio local, aqui em Patos de Minas. Adamar Gomes comenta também sobre seus planos.

domingo, 14 de outubro de 2012

NETO, BIRO-BIRO E O PNEU

(Para Adamar Gomes, que sabe — e conta — muitas histórias do futebol.)

Acompanhei a carreira do Neto quando ele foi jogador de futebol. Jogou bola demais. Não gosto dele na TV. Bastaram duas ou três vezes para que eu nunca mais o acompanhasse como comentarista. Também não gosto das colunas deles no portal UOL. Mas estou ciente de que o estilo dele é mais do que apropriado e lucrativo para o que querem os contratantes.

Certa vez, assisti a uma matéria em que ele dizia que os jogadores de futebol, em boa parte, não sabem bater na bola porque não treinam... bater na bola. A matéria foi muito interessante. É que, de fato, chega a ser espantoso como alguns jogadores profissionais não conseguem sequer bater um escanteio corretamente. A “tese” do Neto é a de que falta a esses jogadores o treino.

Para corroborar sua ideia, ele, já gordo, pegou algumas bolas. Antes de chutá-las, anunciava o ponto em que iria jogá-las. O índice de acertos foi espantoso. (Obviamente, na edição, podem ter cortado os erros; ainda assim, a declaração dele de que os jogadores batem mal na bola porque não treinam é muito plausível.)

Não gostei do tom usado pelo Neto durante a matéria (bem como não gosto do tom dele em seu trabalho como comentarista na TV). Deixando isso de lado, foi bom assistir a alguém do mundo do futebol — alguém que batia muito bem na bola — falar esse tipo de coisa. Afinal, quando a gente assiste a qualquer partida por aí, chega a ser incrível o quanto os caras não sabem cruzar uma bola na área ao baterem falta ou escanteio.

Essa história me lembrou outra, que me foi contada recentemente pelo Alexandre Junio, um amigo. Em sua adolescência, Alexandre jogou futebol. Nessa época, foi treinado pelo Biro-Biro, que foi encontrado morto no dia 24 de setembro, aqui em Patos de Minas (ele atuou pela URT na década de 80). Biro-Biro estava desaparecido há dias, quando o corpo foi visto pelo caseiro de uma fazenda.

Segundo o Alexandre, Biro-Biro, em seus treinamentos, amarrava um pneu de bicicleta em diversos lugares dentro dos limites do gol e pedia que a bola fosse chutada exatamente dentro da circunferência formada pelo pneu. Quando o Alexandre me contou essa história, logo me lembrei da matéria com o Neto.

Se por um lado nem todo jogador tem a genialidade de um Garrincha, de um Tostão ou de um Messi, por outro, parece-me ser possível cruzar a bola mais ou menos onde se queira, desde que, claro, o profissional esteja disposto a aprender. Com ou sem pneu.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FUTEBOL (1)

(Acatando sugestão de Adamar Gomes, radialista local, volto a escrever sobre futebol.)

A imprensa e os meios de comunicação têm medo de falar mal de Neymar, com medo de ser careta. A mídia tem medo de que falar mal de Neymar é falar contra o chamado futebol-arte.

Bobagem, tudo isso. O tal do futebol-arte pode ser realizado sem empáfia, sem imaturidade e sem a atitude de querer tirar um sarro do adversário. Neymar é o lado feio do esporte. O lado não-nobre do esporte.

A sensatez ficou por conta de Renê Simões, o qual disse que Neymar é um projeto de craque e de homem. E depois que Renê disse isso, a mesma mídia que compunha loas para o jogador já está dizendo que os comentários de Renê são... sensatos.
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Fiquei numa grande expectativa para acompanhar Fluminense e Corínthians, os dois primeiros colocados do campeonato. Contudo, Cruzeiro e Guarani fizeram um jogo melhor, não somente pelo maior número de gols – 4 a 2 para o Cruzeiro.