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domingo, 30 de setembro de 2012

"INSIDE OUT"



Terminei de ler hoje o divertido “Inside out – a verdadeira história do Pink Floyd” (“Inside out – a personal history of Pink Floyd”), de Nick Mason, o baterista da banda. O livro foi publicado no Brasil pela Escrituras. A tradução é de Alan Ianke.

Mason tem senso de humor e capacidade de rir de si mesmo, duas grandes qualidades. O texto é leve, despretensioso e nada afetado. Além do mais, tem o grande mérito de humanizar os integrantes da banda – o que considero traço marcante das boas biografias.

Brigas, dificuldades, discussões e discordâncias são mencionadas. Contudo, Mason não está preocupado em revelar detalhes sórdidos. Se você é do tipo que gosta de ler em biografias revelações acachapantes, não leia “Inside out”.

Mas se é fã da banda ou se interessa pelo pop/rock como um todo, não deixe de ler. O Pink Floyd marcou o pop/rock no século passado; isso já é motivo o bastante para que conheçamos um pouco mais sobre os caras.

Há pouco, comentei sobre o tom despretensioso do livro e sobre as boas biografias humanizarem os personagens. “Inside out” tanto é assim que há trechos em que Mason chega a se confessar como não sendo um grande baterista; ele até menciona gravações em que ele não toca – de acordo com ele, por falta de competência...

Aqui e ali, a edição tem alguns errinhos, principalmente de digitação. Isso acaba depondo contra a versão brasileira do livro. Mas, pelo menos, esses pequenos erros não estragam todo o trabalho, pois a leitura flui contentemente na companhia do humor e da ironia de Mason.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

PARA RICK WRIGHT


NOTAS (MUSICAIS)

Duas notas musicais – uma triste e uma feliz: a triste é a morte, como já sabido, de Rick Wright, tecladista, um dos fundadores do Pink Floyd. Morreu aos 65 anos; tinha câncer. Mas bem escreveu Eli Vieira: “Bye, Mr Wright. I can hear a great gig in the sky”.

A nota feliz é que terminou há pouco (às 22h), na Praça do Fórum, em Patos de Minas, o espetáculo Brasil Sertões, com o pianista Arthur Moreira Lima. O show começou às 20h35. A chuva ameaçou cair até poucos instantes após o início da apresentação, mas, por fim, não veio.

Moreira Lima executou clássicos populares de Mozart, Beethoven, Chopin e Liszt. Pixinguinha, Villa-Lobos, Astor Piazzolla e Radamés Gnattali também compuseram o repertório. O pianista terminou a apresentação executando o Hino Nacional Brasileiro.

A intenção do projeto Brasil Sertões é levar um repertório acessível a populações que de outro modo dificilmente teriam a oportunidade de assistir a esse tipo de manifestação. Bahia, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe são o roteiro do Brasil Sertões.

Arthur Moreira Lima é considerado um dos mais importantes pianistas brasileiros. Projetou-se internacionalmente no Concurso Chopin, de Varsóvia. Foi também laureado nos concursos de Leeds (Inglaterra) e Tchailovsky (Moscou).