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domingo, 7 de setembro de 2014
REFORMA POLÍTICA
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sexta-feira, 29 de agosto de 2014
AS APARÊNCIAS CEDEM
Marina Silva havia declarado que não aceitaria grana de “companhias da indústria bélica, do tabaco, de bebidas alcoólicas e de agrotóxicos nessas eleições”, de acordo com o Pragmatismo Político. Já Márcio França, coordenador financeiro da campanha de Marina, foi prático: “Não tem problema algum se a doação for legal. Pode vir dinheiro da indústria de armas, de bebidas, do que for”. A Ambev, por exemplo, ajuda a financiar tanto a campanha de Dilma quanto a de Aécio. Não será surpresa se, depois da declaração de França, a empresa ajudar a financiar também a de Marina.
Os que se dizem cansados da “velha política” e certa parcela da juventude têm visto em Marina uma espécie de terceira via, que, em tese, pavimentaria uma nova política. Contudo, a declaração do coordenador financeiro da candidata deixa claro que, para governar, Marina tem de, assim como qualquer outro candidato, ceder a muita coisa às quais disse que não cederia. Ela parece ser diferente da “velha política”. Só parece.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
SEM GRAVATA
Leio no Pragmatismo Político que parte da elite uruguaia não aprova o governo de Mujica. Isso não surpreende, bem como não surpreende o tipo de “raciocínio” de que se valem para criticar o estadista. Num dos camarotes de estádio da Copa do Mundo, o seguinte “argumento” contra Mujica foi proferido: “Ele não usa gravata, não tem presença para representar o país”...
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sábado, 21 de junho de 2014
É VERMELHO, CONSTANTINO
É preciso ser um grande artista ou ser muito inteligente para fazer com que paixões, ódios ou ranços não destruam um texto. O Rodrigo Constantino, da Veja, até agora, não deu provas de ser um grande artista. E deu provas de que não é muito inteligente.
Escreveu ele que o logotipo da Copa do Mundo, com o “2014” em vermelho, seria propaganda subliminar para o PT. O colunista tornou-se motivo de chacota. Segundo o Pragmatismo Político, Vincent Bevins, do Los Angeles Times, fez piada com o colunista da Veja.
Ainda segundo o Pragmatismo Político, o logotipo é uma criação da agência África. Integravam a equipe que escolheu a arte com o “2014” em vermelho: o presidente do Comitê Organizador Local da Copa (COL), Ricardo Teixeira, o secretário da Fifa, Jerome Valcke, Oscar Niemeyer, Paulo Coelho, Ivete Sangalo, Gisele Bündchen e Hans Donner.
Num tributo à neura do Constantino, posto, abaixo, a letra de “Vermelho”, composição de Chico da Silva. A canção foi um grande sucesso na voz da Márcia Freire. A Fafá de Belém também a gravou. Há ainda, pelo menos, uma outra gravação que já escutei, embora não me lembre com quem (lembro-me de que era voz masculina).
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Vermelho (Chico da Silva)
A cor do meu batuque
Tem o toque, tem o som da minha voz
Vermelho, vermelhaço, vesmelhusco
Vermelhante, vermelhão
O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha cor (vermelho)
A cor do meu batuque
Tem o toque, tem o som da minha voz
Vermelho, vermelhaço, vesmelhusco
Vermelhante, vermelhão
O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha cor (meu coração)
Meu coração é vermelho
De vermelho vive o coração
Tudo é garantido após a rosa avermelhar
Tudo é garantido após o sol vermelhecer
Vermelhou no curral
A ideologia do folclore avermelhou
Vermelhou a paixão
O fogo de artifício da vitória avermelhou
terça-feira, 3 de junho de 2014
ROGER, O "INTELIGENTE"
Há uma lenda antiga que reza o seguinte: Roger, o vocalista do Ultraje a Rigor, teria uma inteligência acima da média. A prova de que a lenda é ancestral é esta: eu me lembro dela desde minha adolescência...
Nessa época, não havia redes sociais. Isso significa que não se tinha acesso ao que gente, por exemplo, como o Roger escreve quando não está fazendo letra de música. Hoje, sabe-se que o cérebro dele parece funcionar somente com letras. Ou pelo menos funcionava.
O roqueiro, a despeito de sua propalada inteligência, não tem o tino para sacar uma ironia. Quando o Antônio Prata, na Folha de S.Paulo, em três de novembro de 2013, publicou um texto (“Guinada à direita”) tanto irônico quanto sarcástico, o Roger viu a casca de banana jogada por Prata — e mesmo assim o “inteligente” vocalista escorregou.
Mais recentemente, segundo o Pragmatismo Político, Roger provou novamente sua “sagacidade”. Ao comentar, via Twitter, a manchete “USP gasta R$ 90 milhões a mais do que recebe por mês, diz reitoria”, o “perspicaz” roqueiro deu provas mais uma vez do que é capaz: “Pronto, fuderam com a USP tb”.
Roger quis, com esse verbo na terceira do plural, referir-se ao governo federal. Guilherme Fernandes, um internauta, chamou a atenção de Roger para o seguinte: a USP é estadual, não federal. A universidade é do governo de São Paulo, não do governo federal. Mesmo assim, o roqueiro manteve sua opinião. “Inteligência” obstinada, a dele.
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