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segunda-feira, 30 de março de 2015

SUCESSO PARA DUNGA

Dunga não faz o perfil técnico de butique que fica pedindo as bênçãos da Globo. Pelo menos é o que deixa transparecer. Torci por ele quando da primeira passagem dele pela seleção como técnico; torço por ele agora. 

É claro que vibrei em 1994, quando Parreira era o técnico, bem como vibrei em 2002, quando o técnico era Filipão. Mas esses dois seguem os ditames da Globo, ainda que Filipão tentasse passar uma imagem de rebeldezinho. 

Dunga parece ser um rebelde. Ele foi escorraçado pela mídia quando de sua primeira passagem no comando da seleção. Mesmo isso tendo ficado no passado, ele está longe de ser o queridinho dos meios de comunicação. Erros que em outros seriam camuflados, nele serão ampliados. Pequenos acertos de outros seriam tratados como coisas de gênio; grandes acertos de Dunga, se vierem a existir, serão tratados como movimento corriqueiro.

Estando de volta, Dunga tem sido bem-sucedido até agora. Ainda não houve competição oficial depois do fiasco da seleção na Copa. Seria inútil arriscar como será o desempenho dele no porvir. Mas para os que dizem que ele não entende de futebol, vale lembrar que aqueles que se jactavam como especialistas do esporte tomaram goleada de sete a um. Dunga ainda não levou uma dessas. Se um dia ele vier a disputar uma Copa como técnico, que dela saia como saiu na de 1994. 

domingo, 10 de agosto de 2014

DIGRESSÕES DURANTE UM INTER x GRÊMIO

Internacional e Grêmio estão jogando (a partida está no intervalo). Felipão está no comando do Grêmio. Agora, não consigo evitar: sempre que vejo Felipão, eu me lembro dos sete a um. Esse estigma parece-me tão inabalável... A impressão que tenho é a de que ele é que vai ficar, ainda que o técnico volte a ser vitorioso.

Felipe, o “Grande”, acabou fazendo com que eu me lembrasse do Parreira. No meio do futebol, não consigo me lembrar de um sujeito tão sem carisma quanto ele. Tento levar em conta que ele era o técnico da seleção campeã da Copa 1994, mas essa estratégia não funciona. O que ficam são o ar “blasé”, a declaração de que a CBF é o Brasil que dá certo e a leitura que Parreira fez da carta da dona Lúcia.