quarta-feira, 24 de setembro de 2008
VÍDEO 3
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
CROMO 6
Mais uma de minhas fotos feitas com câmera analógica; mais uma da série feita com cromos.Tirei a foto no Parque do Mocambo. Quando cheguei ao local, um dos vigias do parque, assim que me viu com equipamento fotográfico, fez gesto para que eu me aproximasse com vagar e silêncio de um lugar apontado por ele. Lá chegando, avistei o mico acima a alguns metros. Quando perguntei ao vigia o motivo de o animal estar ferido, foi-me dito que por certo havia sido alguma briga envolvendo os integrantes do bando a que o mico pertencia. Ou então, alguma pedrada...
Nas proximidades, havia um abrigo. O vigia foi até lá e pegou um pedaço de pão. Em seguida, aproximou-se do mico. Este reteve o pão mas não foi embora; talvez, na esperança de ganhar mais um pedaço. Enquanto ele se alimentava, pude tirar várias fotos.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
CROMO 5
Quero dedicar esta foto a meus amigos Manoel Almeida e Rusimário Bernardes.Manoel, você comentou que um pôr-do-sol nunca se repete. É precisamente isso uma das coisas que me fascinam na fotografia – afinal, nada se repete.
Rusimário, você comentou na imagem do pôr-do-sol anterior que se tratava de um milagre da natureza. O que posso dizer é que é um privilégio registrar momentos assim. Fico muito feliz quando presencio e fotografo esses espetáculos da natureza.
No fundo, fotografo para “dizer” às pessoas: “Gente, isso aconteceu um dia”. É por aí.
Mais uma das fotos feitas com cromo. Tirada segundos após a foto do pôr-do-sol postada anteriormente. Na anterior, usei a grande angular da lente, uma 28-135; nesta, a lente estava em 135.
CROMO 4
CROMO 2
CROMO 1

Pessoas, tive hoje (7/6/2008) uma experiência típica do interior e de quando a fotografia era somente analógica. É que também fotografo com equipamento analógico, e recentemente enviei para Belo Horizonte mais de uma dezena de cromos (ou slides) para serem revelados e digitalizados. Aqui em Patos de Minas não se revelam cromos. Fiquei por mais de uma semana na expectativa para saber como haviam ficado as imagens. Hoje, fui apanhá-las e voltei para casa correndo, a fim de conferir o resultado. Digo que gostei muito.
A grande parte de meu acervo fotográfico é em formato digital. Contudo, sempre gostei de coisas antigas, velhas. Também por isso gosto da fotografia analógica. Mas o que me leva mesmo a me dedicar a ela é o desejo de me aproximar dos mestres. Não na certeza de que estou produzindo um trabalho acachapante e estrondoso, mas na vontade de vivenciar experiências similares às que vivenciaram. Tudo isso não deixa também de ser uma espécie de tributo a eles, ao passado, à fotografia como um todo. Afinal, a essência do ato de fotografar, seja com cromo ou com digital, é uma só – desde que a pessoa goste mesmo de fotografia. Com outras palavras: o mesmo cuidado que tenho ao fotografar com cromo, tenho ao fotografar com digital. Neste espaço, não vou teorizar sobre as vantagens e desvantagens de cada processo (pelo menos não agora).
A partir de hoje pretendo compartilhar com vocês algumas das centenas de imagens que tenho em cromos. A série a que dou início hoje vai se chamar... Cromo. Sempre que uma imagem postada aqui tiver como origem o formato analógico, direi.
A foto acima inicia a série não por acaso. Quem me conhece ou quem acompanha meu trabalho fotográfico sabe que tenho fascínio pelo gavião-carcará. É uma das aves que mais fotografo. Ademais, também tenho fascínio pelo Cerrado. Esta imagem, assim me parece, une a “secura” do Cerrado e a imponência do carcará.
O registro foi feito num fim de tarde ensolarada. Não marquei a data. Eu estava no aterro sanitário. Mesmo envolvido com sua comida (ou talvez por causa disso), o gavião permitiu uma bela aproximação, o que não é muito comum no caso dos carcarás.


