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sexta-feira, 22 de junho de 2012

WAGNER MOURA EM TRIBUTO À LEGIÃO URBANA

Quando fiquei sabendo que o ator  Wagner Moura  participaria  de um show--tributo ao Legião Urbana, ao lado de Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, logo pensei que Moura fosse também um cantor de mão cheia, além do estupendo ator que é.

Ele não é um grande cantor. Nas mais de duas horas de show, o que se vê é um emocionado Wagner Moura se comportando e cantando como um fã – não como um profissional que domina as manhas do palco e do canto.

Frases como “essa é, talvez, a noite mais emocionante de toda a minha vida” ou “essa banda mudou a minha vida” evidenciam a intensidade da admiração que Moura tem pelo Legião. Também por ele não ser um bom cantor, a iniciativa foi taxada de caça-níqueis. Não fiquei com a impressão de que o ator estivesse naquele palco por dinheiro.

O show contou com a participação de Andy Gill, guitarrista da banda inglesa Gang of Four, de que Renato Russo era fã. Com Gill tocando guitarra no palco (e com Moura fora dele), Dado Villa-Lobos cantou “Damaged goods”, do repertório do Gang of Four; durante a canção, citaram “Love will tear us apart”, do Joy Division. No baixo, o também convidado Bi Ribeiro, dos Paralamas.

Se por um lado Wagner Moura não convence como  cantor,  por outro  tem--se o entusiasmo de um fã que estava num palco, ao lado de Bonfá e  Villa--Lobos, apresentando-se para milhares de pessoas, as quais cantavam em uníssono as canções que mudaram a vida de Moura.

sábado, 23 de maio de 2009

"VAMO BATÊ LATA"

Terminei de ler “Os Paralamas do Sucesso: vamo batê lata” (Editora 34), do jornalista Jamari França. O livro é a biografia dos Paralamas.

Num estilo leve e simples, França conta a trajetória de Bi, Barone e Herbert. Deste, não deixa de mencionar os amores, alegrias, aventuras, desventuras, decepções e tragédias, como o acidente de ultraleve que mataria Lucy, sua esposa, em 2001. Como sequela, o cantor ficou paraplégico.

Se você é fã da banda ou curte o pop/rock da década de 80, leia “Vamo batê lata”. Curiosas crônicas dos bastidores do então efervescente rock nacional podem ser conferidas no livro, que narra cronologicamente a história do trio.