Mostrando postagens com marcador Realismo mágico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Realismo mágico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de julho de 2015

(DES)APONTAMENTO 31

Em Fortaleza, jegues passearam pelo aeroporto: o realismo mágico voa alto. 

terça-feira, 4 de março de 2014

CEM ANOS DE JOHN MALKOVICH

Gabriel García Márquez já disse em algumas entrevistas que um dos truques de que ele se valeu em “Cem anos de solidão” (1967) foi o de contar as coisas mais incríveis como se algo banal estivesse sendo narrado. Esse jeito de contar as coisas é também um dos truques de “Quero ser John Malkovich” [Being John Malkovich] (1999), do diretor Spike Jonze. O roteiro é de Charlie Kaufman.

Não que o filme tenha características do que a crítica chama de realismo mágico (não tem); entretanto, as coisas mais imponderáveis são encenadas como se fossem algo trivial. Esse jeito de narrar, não raramente, conduz ao humor. Não bastasse isso, é quase inevitável (ou pelo menos deveria ser) que acabemos refletindo sobre a imponderabilidade da vida que levamos, a imponderabilidade do que chamamos de realidade. 

sábado, 4 de outubro de 2008

NAS ALTURAS

Há pouco, assisti novamente a “Peixe grande” (2003), do diretor Tim Burton. A história é baseada no livro "Big fish: a novel of mythic proportions", de Daniel Wallace. O filme tem uma deliciosa mistura entre ficção e realidade. Há momentos que fazem lembrar o chamado realismo mágico.

Um dos personagens é Karl, interpretado por Matthew McGrory, que morreu em 2005. Segundo li, Mcgrory media mais de sete pés. Sete pés são equivalentes a dois metros e treze. Como a informação que li dizia “mais de sete pés”, não sei precisar a altura.

Assim que o filme terminou, liguei o computador. Leio notícia de que Bao Xishun, considerado o homem mais alto do mundo (dois metros e trinta e seis), tornou-se pai. Ainda de acordo com a notícia, o filho dele, embora maior do que a média, está longe dos setenta e cinco centímetros já verificados – o filho de Xishun mede cinqüenta e seis centímetros.

Não sei se ainda inebriado pela atmosfera de “Peixe grande”, mesmo após ver a foto de Xishun observando seu bebê, não consigo tirar da cabeça a imagem de Karl no filme.

Em tempo: a esposa de Xishun mede um e sessenta e oito.