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domingo, 2 de março de 2014

OUTROS VOOS




O Leonardo da Vinci escreveu que “a felicidade está na atividade”; o Jorge Luis Borges, que “ler é uma forma de felicidade”. Tentei seguir os preceitos tanto do Da Vinci quanto do Borges hoje à tarde, ainda me recuperando de acidente de moto mencionado anteriormente neste blogue. Para me locomover, estou me valendo de muletas, mas já peguei as manhas de ser ágil com elas.

Há um tempão era projeto meu descolar um pedaço de tronco de árvore, na intenção de fazer um comedouro para aves e pássaros no pequeno quintal aqui de casa. Tendo conseguido o tronco, contei com a ajuda do Nivaldo, meu irmão, e do Cícero, amigo do Nivaldo, os quais, serrando, ajeitaram o tronco para que ele pare em pé; fizeram ainda uma espécie de cocho em que a comida pode ser colocada. Ao Nivaldo e ao Cícero, muito obrigado.

Tudo terminado, peguei câmera, lente, livro, caneta e papel. Enquanto esperava por algum pássaro ou alguma ave, eu lia — precisamente, o “Vida de Jesus”, do Ernest Renan — e escrevia uma ideia ou outra que me ocorresse. A leitura ia prosseguindo, bem como um verso ou outro escrito por mim; nem pássaro nem ave davam as caras.

Não tendo alimento próprio para colocar no cocho feito pelo Nivaldo e pelo Cícero, eu me vali de arroz, sem saber se aves e pássaros se alimentam de arroz. Assim que possível, vou comprar algo próprio para eles, numa tentativa de seduzi-los, para que eu os fotografe.

Não sei se pelo horário (fim de tarde), se pelo alimento colocado à disposição ou se pela minha proximidade, não fotografei nada que voasse; ainda assim, eis, nesta postagem, imagens do tronco e do comedouro. Enquanto esperava, como dito, li e escrevi; isso é fazer algo; logo, arrumei um jeito de ser feliz.

A próxima etapa é plantar aqui em casa uma muda de lantana, na intenção de atrair beija-flores e borboletas. Caso eu obtenha sucesso, seja com aves e pássaros, seja com borboletas e beija-flores, vocês saberão. Mesmo que eu não obtenha sucesso com eles, sei que estarei em companhia de algum livro ou de alguma tentativa de escrever enquanto os aguardo. 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

GIRASSÓIS

Sempre acontece de o Nivaldo, meu irmão, ser o responsável por fotografias que tiro. Com as desta postagem não foi diferente: graças a ele, pude fazer as fotos, pois foi o Nivaldo quem me falou dos girassóis e quem me levou até eles para que fossem fotografados.





















domingo, 13 de janeiro de 2013

ATÉ DEBAIXO D'ÁGUA

O Nivaldo, meu irmão, sempre foi muito inventivo e sempre teve grande habilidade para trabalhos manuais. Recentemente, descolou alguns peixes, e ele mesmo fez o móvel que comporta o aquário. Diz o Nivaldo que vai agora se dedicar, como passatempo, a fabricar móveis... 

Não bastasse esse lado criativo e habilidoso, ele sempre foi meio “MacGyver”: é quem conserta meu computador, instala programas de que preciso etc. Não há muito tempo, consertou meu iPod, que eu já dera como perdido. 

Hoje, deixei na casa dele uma parafernália fotográfica que está estragada... Ele brincou, dizendo que vai tentar fazer pelo menos uma câmera a partir das três que deixei por lá. Também com ele, estão duas lentes com fungos; ele certamente vai se divertir com elas, desmontando-as e limpando-as. 

Eu, que até hoje mal consigo amarrar os cadarços dos sapatos (sic), fico admirando as invencionices e os consertos com os quais o Nivaldo se vira. Desmonta equipamentos, destrincha engrenagens e tem prazer em entender como funcionam os mecanismos das coisas. 

Hoje, mais cedo, na casa dele, tirei algumas fotos dos peixes. Um deles, muito arisco, manteve-se escondido em meio às plantas. Mas ainda quero voltar lá, na tentativa de fotografá-lo...