Fotos tiradas no Parque Municipal do Mocambo, em Patos de Minas, na tarde do dia primeiro de setembro. No local, ocorreram apresentações de bandas dentro do Festival Marreco. Além da música, poesia, esporte e debates fizeram parte da programação do festival, que neste ano foi realizado pela quinta vez.
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quarta-feira, 5 de setembro de 2012
ENSAIO (9)
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
FESTIVAL MARRECO TEM SEGUNDA EDIÇÃO
Ontem, no Parque do Mocambo, foi realizada a segunda edição do Festival Marreco de cultura independente. Novamente, tive o privilégio de apresentar e evento. A organização foi da Peleja Criação Cultural.
As bandas Ana-Hu (Patos de Minas), Erbert Richard (Patos de Minas), Viagem a Falo (Patos de Minas), Dissidente (Uberlândia), Os Rélpis (Araraquara), Zé Trindade (Belo Horizonte) e Vandaluz (Patos de Minas) se apresentaram. Fechando a noite, show com Chucrobillyman (Curitiba), conhecido como a banda de um homem só – com os pés, ele faz a bateria; com as mãos, toca violão; além disso, canta.
No ano passado, o festival foi realizado ao lado da rodoviária. A decisão de realizar o festival no Mocambo acabou sendo acertada. Conversei com alguns que conferiram o evento; todos disseram ser o parque um local mais apropriado para a festa. Além das bandas, houve apresentações com esqueitistas, atores, pirófagos e capoeiristas.
Já comentei por aqui que o grande barato desse tipo de festival é o fato de os artistas apresentarem trabalhos autorais. E é um refrigério saber que há bandas por todo o Brasil realizando um trabalho profissional e independente, sem se importar com os rumos que o tal mercado fonográfico tem tomado desde que se tornou moeda corrente baixar música pela internet.
Além do mais, justamente por serem bandas independentes, não estão atreladas às exigências de nenhuma grande gravadora, o que acaba propiciando a elas liberdade irrestrita para compor, tocar, arranjar e fazerem shows como bem entenderem. Obviamente, não se queixariam se obtivessem contrato com uma grande gravadora, mas enquanto produzem de modo independente, acabam brindando o público com trabalhos genuínos e espontâneos.
Abaixo, algumas fotos que tirei durante o festival.
As bandas Ana-Hu (Patos de Minas), Erbert Richard (Patos de Minas), Viagem a Falo (Patos de Minas), Dissidente (Uberlândia), Os Rélpis (Araraquara), Zé Trindade (Belo Horizonte) e Vandaluz (Patos de Minas) se apresentaram. Fechando a noite, show com Chucrobillyman (Curitiba), conhecido como a banda de um homem só – com os pés, ele faz a bateria; com as mãos, toca violão; além disso, canta.
No ano passado, o festival foi realizado ao lado da rodoviária. A decisão de realizar o festival no Mocambo acabou sendo acertada. Conversei com alguns que conferiram o evento; todos disseram ser o parque um local mais apropriado para a festa. Além das bandas, houve apresentações com esqueitistas, atores, pirófagos e capoeiristas.
Já comentei por aqui que o grande barato desse tipo de festival é o fato de os artistas apresentarem trabalhos autorais. E é um refrigério saber que há bandas por todo o Brasil realizando um trabalho profissional e independente, sem se importar com os rumos que o tal mercado fonográfico tem tomado desde que se tornou moeda corrente baixar música pela internet.
Além do mais, justamente por serem bandas independentes, não estão atreladas às exigências de nenhuma grande gravadora, o que acaba propiciando a elas liberdade irrestrita para compor, tocar, arranjar e fazerem shows como bem entenderem. Obviamente, não se queixariam se obtivessem contrato com uma grande gravadora, mas enquanto produzem de modo independente, acabam brindando o público com trabalhos genuínos e espontâneos.
Abaixo, algumas fotos que tirei durante o festival.












segunda-feira, 7 de setembro de 2009
SEGUNDA EDIÇÃO DO FESTIVAL MARRECO
No dia 20 de setembro, no Parque Municipal do Mocambo, ocorre a segunda edição do Festival Marreco de Cultura Independente. O evento é uma promoção da Peleja Criação Cultural.
Mais informações no blogue da Peleja. Abaixo, vídeo de divulgação do festival.
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domingo, 16 de agosto de 2009
FESTIVAL MARRECO - SELETIVA
Pessoas, hoje, a partir das 16h, no Baião de Dois, vai ocorrer a seletiva do Festival Marreco. No dia 20 de setembro, no Parque Municipal do Mocambo, o festival terá sua segunda edição. O evento tem a organização da Peleja Criação Cultural.
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quinta-feira, 13 de agosto de 2009
SELETIVA DO FESTIVAL MARRECO
No áudio abaixo, divulgo a seletiva do Festival Marreco. Obrigado ao pessoal da Peleja Criação Cultural pelo convite pra que eu gravasse a chamada, que está sendo veiculada em emissora de rádio local. Dri Correa foi o técnico de gravação; Ciro Nunes fez a edição.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
FESTIVAL MARRECO TERÁ SEGUNDA EDIÇÃO
No dia 20 de setembro, no Parque Municipal do Mocambo, será realizada a segunda edição do Festival Marreco de Cultura Independente. A organização do evento é da Peleja Criação Cultural, composta por Alan Girardeli, Vane Pimentel, Maíra Miller, Mara Porto, Eduardo Moe e Ciro Nunes.
As inscrições para o Festival podem ser feitas até o dia 18 de julho. Além do Festival, oficinas culturais serão realizadas no período de 14 a 19 de setembro (o local das oficinas ainda não foi definido pela equipe do Peleja Criação Cultural). Mais informações podem ser obtidas neste endereço.
Os responsáveis pelo Festival têm experiência na organização e na participação de eventos similares. No ano passado, organizaram com êxito a primeira edição do Marreco. Além disso, Alan, Vane e Ciro têm percorrido diversas cidades do Brasil a fim de participarem de festivais de música independente. Os três são integrantes da banda Vandaluz.
O Festival Marreco de Cultura Independente tem a intenção de inserir Patos de Minas na agenda dos festivais de música e cultura independente que têm ocorrido por todo o Brasil. A internet acabou fazendo com que músicos procurem maneiras alternativas de divulgarem seu trabalho, na falta de oportunidades nas grandes gravadoras. Aliados à internet, os festivais independentes são oportunidades de as bandas mostrarem suas músicas.
O ponto alto de eventos dessa natureza é que os participantes, na maioria dos casos, apresentam composições próprias. Na primeira edição do Festival, bandas de Belo Horizonte, Uberaba, Sabará e Uberlândia marcaram presença em Patos de Minas.
As inscrições para o Festival podem ser feitas até o dia 18 de julho. Além do Festival, oficinas culturais serão realizadas no período de 14 a 19 de setembro (o local das oficinas ainda não foi definido pela equipe do Peleja Criação Cultural). Mais informações podem ser obtidas neste endereço.
Os responsáveis pelo Festival têm experiência na organização e na participação de eventos similares. No ano passado, organizaram com êxito a primeira edição do Marreco. Além disso, Alan, Vane e Ciro têm percorrido diversas cidades do Brasil a fim de participarem de festivais de música independente. Os três são integrantes da banda Vandaluz.
O Festival Marreco de Cultura Independente tem a intenção de inserir Patos de Minas na agenda dos festivais de música e cultura independente que têm ocorrido por todo o Brasil. A internet acabou fazendo com que músicos procurem maneiras alternativas de divulgarem seu trabalho, na falta de oportunidades nas grandes gravadoras. Aliados à internet, os festivais independentes são oportunidades de as bandas mostrarem suas músicas.
O ponto alto de eventos dessa natureza é que os participantes, na maioria dos casos, apresentam composições próprias. Na primeira edição do Festival, bandas de Belo Horizonte, Uberaba, Sabará e Uberlândia marcaram presença em Patos de Minas.
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
FESTIVAL MARRECO DE MÚSICA INDEPENDENTE
Conferi e apresentei ontem o Festival Marreco de Música Independente. O evento ocorreu no Galpão do Produtor, ao lado da rodoviária, tendo começado por volta de 14h30 e terminado por volta de 22h30. A organização foi da Peleja Criação Cultural.
Como parte da programação, houve do dia 15 ao dia 20/12 oficinas sobre música, consumismo e improvisação corporal. Também ocorreu oficina sobre como divulgar música independente em tempos de internet.
Janela Verde, de Patos de Minas, foi a banda que abriu o festival. O grupo tem baladas vigorosas e um pé no passado – com direito a órgão modelo SM44 na terceira música. A esse apelo antigo, visível também no figuro, juntou-se o peso da segunda parte do show.
A seguir, apresentou-se a banda Radiotape, de Belo Horizonte. Não fazem questão de esconder as influências do pop/rock inglês de meados da década de 90 para cá. O som da banda é pop e dançante. Mesmo quando decidem soar mais pesados, não abrem mão das agradáveis melodias.
O terceiro grupo a se apresentar foi a Banda 4, de Sabará. Vieram a Patos de Minas com uma proposta sui generis: apresentar música instrumental. O trabalho tem um clima soturno e, por vezes, pesado. Os arranjos e os climas criados pela banda lembram os momentos psicodélicos do rock progressivo.
A banda Seu Juvenal, de Uberaba, que veio a seguir, não poupou: apresentou um som cru, nervoso, agressivo. Letras com preocupações sociais eram cantadas de modo visceral pelo vocalista. Fizeram o deleite da galera que curte um rock mais rápido, direto e pesado.
Também de Uberaba, veio a banda Acidogroove, com seu ótimo som melodioso e levemente melancólico. A despeito dessa leve melancolia, têm um som pop – não no sentido pejorativo do termo, não no sentido de um pop bobo e artificial.
O antepenúltimo grupo a se apresentar foi o Barabizunga, de Patos de Minas. É um barato o quanto deixam claras as misturas que compõem o som da banda: samba, baião, pop e/ou rock. Tudo isso com o senso de humor de quem deixa, felizmente, a impressão de querer se divertir fazendo música.
Também de Patos de Minas, a banda Vandaluz levou ao palco seu show histriônico, teatral e mordaz. Irônicos e irreverentes, não poupam nem religiões nem ricos nem pobres. Poesias são declamadas, a indiferença é massacrada. Os fãs cantaram as músicas do CD “Ascende”.
A banda que encerrou o festival foi o Porcas Borboletas, de Uberlândia. Também têm o senso de humor como forte característica do trabalho. Ironia e teatralidade perfazem o som do grupo. Só para se ter uma idéia: passaram o som, voltaram para o hotel em que estavam e aguardaram que eu os chamasse para o show. Atravessaram correndo a rua, subiram no palco e começaram a tocar.
Terminada a apresentação deles, um monte de gente foi para o palco, a fim de celebrar a festa que se encerrava. Integrantes de várias bandas, o pessoal da organização e outros presentes finalizaram o vitorioso festival.
Acompanhei o evento em cima do palco. Pude ver de perto a animação e a garra com que o pessoal das bandas tocou. Chegavam entusiasmados e tocavam com vontade, mesmo quando o público ainda era pequeno, na primeira hora do evento.
Também gostei das várias vertentes apresentadas pelas bandas. Por fim, é sempre bom presenciar que o cenário independente tem produzido muito, revelando bandas ousadas e com ótima qualidade.
Aos organizadores, parabéns pela iniciativa. Organizar qualquer evento não é fácil. Organizar um evento voltado para a música independente é mais difícil ainda. Que essa tenha sido a primeira edição do Festival Marreco de Música Independente.
Como parte da programação, houve do dia 15 ao dia 20/12 oficinas sobre música, consumismo e improvisação corporal. Também ocorreu oficina sobre como divulgar música independente em tempos de internet.
Janela Verde, de Patos de Minas, foi a banda que abriu o festival. O grupo tem baladas vigorosas e um pé no passado – com direito a órgão modelo SM44 na terceira música. A esse apelo antigo, visível também no figuro, juntou-se o peso da segunda parte do show.
A seguir, apresentou-se a banda Radiotape, de Belo Horizonte. Não fazem questão de esconder as influências do pop/rock inglês de meados da década de 90 para cá. O som da banda é pop e dançante. Mesmo quando decidem soar mais pesados, não abrem mão das agradáveis melodias.
O terceiro grupo a se apresentar foi a Banda 4, de Sabará. Vieram a Patos de Minas com uma proposta sui generis: apresentar música instrumental. O trabalho tem um clima soturno e, por vezes, pesado. Os arranjos e os climas criados pela banda lembram os momentos psicodélicos do rock progressivo.
A banda Seu Juvenal, de Uberaba, que veio a seguir, não poupou: apresentou um som cru, nervoso, agressivo. Letras com preocupações sociais eram cantadas de modo visceral pelo vocalista. Fizeram o deleite da galera que curte um rock mais rápido, direto e pesado.
Também de Uberaba, veio a banda Acidogroove, com seu ótimo som melodioso e levemente melancólico. A despeito dessa leve melancolia, têm um som pop – não no sentido pejorativo do termo, não no sentido de um pop bobo e artificial.
O antepenúltimo grupo a se apresentar foi o Barabizunga, de Patos de Minas. É um barato o quanto deixam claras as misturas que compõem o som da banda: samba, baião, pop e/ou rock. Tudo isso com o senso de humor de quem deixa, felizmente, a impressão de querer se divertir fazendo música.
Também de Patos de Minas, a banda Vandaluz levou ao palco seu show histriônico, teatral e mordaz. Irônicos e irreverentes, não poupam nem religiões nem ricos nem pobres. Poesias são declamadas, a indiferença é massacrada. Os fãs cantaram as músicas do CD “Ascende”.
A banda que encerrou o festival foi o Porcas Borboletas, de Uberlândia. Também têm o senso de humor como forte característica do trabalho. Ironia e teatralidade perfazem o som do grupo. Só para se ter uma idéia: passaram o som, voltaram para o hotel em que estavam e aguardaram que eu os chamasse para o show. Atravessaram correndo a rua, subiram no palco e começaram a tocar.
Terminada a apresentação deles, um monte de gente foi para o palco, a fim de celebrar a festa que se encerrava. Integrantes de várias bandas, o pessoal da organização e outros presentes finalizaram o vitorioso festival.
Acompanhei o evento em cima do palco. Pude ver de perto a animação e a garra com que o pessoal das bandas tocou. Chegavam entusiasmados e tocavam com vontade, mesmo quando o público ainda era pequeno, na primeira hora do evento.
Também gostei das várias vertentes apresentadas pelas bandas. Por fim, é sempre bom presenciar que o cenário independente tem produzido muito, revelando bandas ousadas e com ótima qualidade.
Aos organizadores, parabéns pela iniciativa. Organizar qualquer evento não é fácil. Organizar um evento voltado para a música independente é mais difícil ainda. Que essa tenha sido a primeira edição do Festival Marreco de Música Independente.
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008
FESTIVAL MARRECO
No dia 21 de dezembro vai ser realizado em Patos de Minas o Festival Marreco de Música Independente. O evento começa às 14h, no Galpão do Produtor, ao lado da rodoviária. A entrada é franca.
As seletivas já foram feitas, de modo que a programação está definida.
As seguintes bandas vão participar: Janela Verde, Radiotape, Banda 4, Seu Juvenal, Acidogroove, Barabizunga, Vandaluz e Porcas Borboletas.
Não bastasse o festival em si, que já é uma louvável e necessária realização, oficinas, palestras e debates vão ocorrer. Para mais informações, não deixe de acessar o blog do evento: Festival Marreco.
Desde já, parabéns ao Coletivo Peleja, patenses que organizam a maratona musical. Arregimentar um festival de música independente não é fácil. Cada um, com seu desprendimento e entusiasmo, quer inserir a cidade na cena independente. Todo sucesso para eles.
As seletivas já foram feitas, de modo que a programação está definida.
As seguintes bandas vão participar: Janela Verde, Radiotape, Banda 4, Seu Juvenal, Acidogroove, Barabizunga, Vandaluz e Porcas Borboletas.
Não bastasse o festival em si, que já é uma louvável e necessária realização, oficinas, palestras e debates vão ocorrer. Para mais informações, não deixe de acessar o blog do evento: Festival Marreco.
Desde já, parabéns ao Coletivo Peleja, patenses que organizam a maratona musical. Arregimentar um festival de música independente não é fácil. Cada um, com seu desprendimento e entusiasmo, quer inserir a cidade na cena independente. Todo sucesso para eles.
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