Meu primeiro livro se chama Leve Poesia. Se um dia ele fosse vertido para o espanhol, a versão literal do título seria Liviana Poesía. “Liviano”, em português, é aquilo relativo a Lívio. No dicionário da Real Academia Española, curti duas definições para “liviano”: “De poco peso” e “de poca importancia”.
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terça-feira, 11 de julho de 2017
Liviano
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segunda-feira, 26 de junho de 2017
Áudio de entrevista que concedi no Rio de Janeiro
No dia vinte e dois de maio estive no Rio de Janeiro participando do programa Conversa com o Autor, veiculado pela Rádio MEC AM. A atração é apresentada por Katy Navarro. Também participou do bate-papo o autor Juarez Nogueira. A conversa pode ser conferida aqui.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
QUANDO TIVE MEU PRIMEIRO LIVRO EM MÃOS
O Neruda, no “Confesso que vivi”, escreve que não há emoção que se compare à que acontece quando um autor tem em mãos, pela primeira vez, o primeiro livro que escreveu. Isso não me saiu da cabeça, pois, quando li o “Confesso que vivi”, eu já tinha a intenção de em algum dia publicar um livro.
Não me emocionei quando tive em mãos um exemplar do Leve poesia, meu primeiro livro. Na época em que o livro foi editado, as gráficas enviavam para o autor o que chamavam de boneco: em folhas de sulfite devidamente dobradas e grampeadas, havia a diagramação do livro, o aspecto de como ele ficaria quando pronto. Esse boneco servia para que uma última revisão no escrito fosse feita.
Quem me entregou o boneco do Leve poesia foi o Lazinho, um vizinho de infância que tive. No tempo em que o livro estava sendo feito (a obra foi lançada no fim de 2000), o Lazinho trabalhava na gráfica onde o Leve poesia foi impresso. Como ele me conhecia, trouxe até mim as folhas de sulfite dobradas e grampeadas. Eu me emocionei com o boneco! A simples “cara” de livro que ele tinha foi o bastante para me comover. Fiquei muito feliz. Depois, quando tive, de fato, o livro em mãos, não senti nada. “Gastei” a emoção com o boneco.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
MEU LIVRO A CAMINHO DO BRASIL; EM BREVE, DIVULGO LANÇAMENTO
Agora é tarde: recebi confirmação da editora de que meu livro está a caminho do Brasil. Chiado, a editora, é portuguesa; o livro vem de Portugal. Brevemente, confirmo data e local de lançamento.
Dislexias, título da obra, é meu terceiro livro a ser publicado; o primeiro a sair por uma editora. Os outros dois, Leve poesia (2000) e Algo de sempre (2003), foram publicados por conta própria.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
LEVE POESIA E ALGO DE SEMPRE
Pessoas, a partir de agora, também disponível na internete, meus dois livros de poemas – Leve poesia, publicado em 2000, e Algo de sempre, publicado em 2003.
Como não é raro ocorrer, o tempo faz com que a gente se arrependa de muita coisa que escreveu. Eu me arrependo de ter publicado alguns dos poemas de ambos os livros. Ainda assim, estão na íntegra, tais quais foram lançados.
Não fiz uma revisão quanto ao novo acordo ortográfico; assim, caso confiram, sintam-se totalmente à vontade para apontar vocábulos que precisam ser atualizados – ou para apontar quaisquer outros tipos de erro.
O que me levou a publicar os livros em blogues foi minha decisão de deixar na internete tudo o que fragmentadamente tenho produzido. Agora, disponível para leitura em qualquer computador, dispositivo ou algo que o valha, o Leve poesia, o Algo de sempre e este blogue.
Ainda não há um blogue para as crônicas, embora algumas delas possam ser conferidas em meu “site”. Mas tenho a intenção de criar um blogue para elas também.
Valeu.
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