Acabei de ler uma frase no “Meditações”, do Marco Aurélio, que bem poderia ter sido a epígrafe de “Cem anos de solidão”: “Próximo decerto o teu esquecimento a respeito de tudo, e próximo o esquecimento de tudo a respeito de ti”.
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quarta-feira, 14 de junho de 2017
De Marco Aurélio para García Márquez
domingo, 19 de junho de 2016
"Chove lá fora"
Até hoje, não sei se chove mais em “Cem anos de solidão”, do García Márquez, ou em “Blade Runner”, do Ridley Scott.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
GOTA A GOTA
Em Patos de Minas, só não chove mais do que em Macondo. Por enquanto.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
UM LUGAR
“Como todo possuidor de uma biblioteca, Aureliano se sabia culpado de não conhecê-la até o fim”. Esse Aureliano não pertence à estirpe dos Buendía, mas à imaginação do Borges. Ademais, não importa se é Macondo, não importa se é um ponto numa casa em Buenos Aires ou se é uma calçada em Joinville. São lugares. E o que há num lugar? “O que há num nome?”.
terça-feira, 4 de março de 2014
CEM ANOS DE JOHN MALKOVICH
Gabriel García Márquez já disse em algumas entrevistas que um dos truques de que ele se valeu em “Cem anos de solidão” (1967) foi o de contar as coisas mais incríveis como se algo banal estivesse sendo narrado. Esse jeito de contar as coisas é também um dos truques de “Quero ser John Malkovich” [Being John Malkovich] (1999), do diretor Spike Jonze. O roteiro é de Charlie Kaufman.
Não que o filme tenha características do que a crítica chama de realismo mágico (não tem); entretanto, as coisas mais imponderáveis são encenadas como se fossem algo trivial. Esse jeito de narrar, não raramente, conduz ao humor. Não bastasse isso, é quase inevitável (ou pelo menos deveria ser) que acabemos refletindo sobre a imponderabilidade da vida que levamos, a imponderabilidade do que chamamos de realidade.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
GARCÍA MÁRQUEZ EM MANDARIM
Li que “O amor nos tempos do cólera”, do García Márquez, foi lançado oficialmente em mandarim (cópias ilegais do livro, bem como de “Cem anos de solidão”, já circulavam pela China).
“Cem anos de solidão”, após publicação legal (no sentido da lei), em 2011, já vendeu mais de um milhão de cópias – sim, a China é também mercado para a literatura. Obviamente, os editores esperam que “O amor nos tempos do cólera” obtenha êxito similar.
A nota triste é que o escritor sofre de demência senil. Jaime García Márquez, irmão do autor colombiano, disse que “do ponto de vista físico ele está bem, embora já tenha alguns conflitos de memória”. Segundo Jaime, o irmão mantém o humor; ainda de acordo com Jaime, a senilidade é comum na família deles. Gabriel García Márquez tem 84 anos.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
ARACATACA E CORDISBURGO

Assisti a um documentário sobre “Cem anos de solidão”. Algumas cenas foram feitas em Aracataca, onde nasceu García Márquez. As cenas me fizeram lembrar de quando estive em Cordisburgo, terra em que nasceu Guimarães Rosa. Estive lá de passagem, com destino à Gruta de Maquiné, que fica perto da cidade.No documentário sobre “Cem anos de solidão”, exibiram pequenos estabelecimentos comerciais cujos nomes fazem alusão a personagens ou episódios da saga dos Buendía. O mesmo se dá em Cordisburgo. Os personagens de Guimarães Rosa nomeiam de oficina de bicicleta a borracharia, bares e mercearias.
Acima, duas fotos feitas em Cordisburgo. Na primeira delas, fachada da casa em que Guimarães Rosa viveu. Hoje, é um museu. A outra foto foi tirada no interior da construção.
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