Esse vestido que te deixa faceira.
Esse calor que te deixa trigueira.
E eu aqui dando bobeira...
Esse calor que te deixa trigueira.
E eu aqui dando bobeira...
Marcos Kim, fotógrafo, escreveu frase que gosto muito de citar: “Existem dois tipos de fotografia – as difíceis de tirar e as muito difíceis de tirar”. A foto acima foi muito difícil de tirar.
Tirei esta foto no dia 17 de agosto de 2004. A imagem foi feita com a primeira câmera digital que comprei. Foi nessa época que comecei a me dedicar novamente à fotografia. Na adolescência, eu já havia fotografado muito, mas depois deixei de lado.
Tirei esta foto no dia 28 de abril de 2006. Na época, nenhuma de minhas câmeras estava estragada. Em contrapartida, nenhuma delas caberia no ninho dos pica-paus. Foi então que pedi emprestada uma câmera compacta de meu amigo Manoel Almeida, pois ela caberia no ninho.
Eu ainda lembro quando tive a primeira oportunidade de fotografar um anu-branco. Eu não me recordava de ter visto a espécie anteriormente. Ao ver um exemplar sobre um muro, fiquei louco para fotografar. A imagem ficou horrível.
Recentemente, publiquei aqui texto sobre canções que faziam referência à relação entre pais e filhos. Vai parecer insistência de minha parte, mas não posso deixar de mencionar que hoje, visitando uma loja de discos, eu me deparei com o CD “Como nossos pais”.
Tirei esta foto no campus de uma faculdade, aqui em Patos de Minas. Foi preciso ter paciência: a princípio, escutei o pica-pau adulto. Depois, vi a árvore em que ele estava. A seguir, localizei o ninho. Finalmente, percebi que havia filhotes em casa.(Como estou sem câmera fotográfica, meu muito obrigado a Lilian Regina, que me emprestou uma para que eu fizesse a foto.)


Nova York é ali
Esta imagem é mais uma daquelas fotos que são conseguidas quando não se espera mais nada ou pouca coisa. Foi tirada no Parque do Mocambo, aqui em Patos de Minas. Uma determinada área do parque tem uma pequena mata fechada. Nela, há trilhos pelos quais se pode percorrer o lugar. A tarde estava no fim. Decidi então deixar a mata e vir embora. Enquanto caminhava pelos trilhos, vi a borboleta acima.
“Cheiro de goiaba” é um livro de entrevistas com García Márquez. Nele, o autor colombiano responde a perguntas de Plinio Apuleyo Mendoza. Em determinado trecho, Mendoza pergunta a García Márquez que personagem literário ele gostaria de ter criado. Resposta: o Conde Drácula, de Bram Stoker.
Terminei de ler ontem “O presidente negro”, romance de Monteiro Lobato. O livro defende a eugenia, alegando a supremacia da etnia branca.