Hoje, na sarjeta.
Amanhã, na capa da revista de negócios.
Amanhã, na capa da revista de negócios.
Tudo útil – com ilusões também se aprende.
A juventude é cheia de ímpetos. Alguns deles, vistos à distância, soam engraçados. Um de meus rompantes juvenis foi o de tentar ser desenhista (sic). Hoje, mexendo em velhos papéis, eu me deparei com dois cadernos de desenhos. Na época, o grande sonho era desenhar utilizando pena de bico fino e tinta nanquim. Fiz a encomenda numa das lojas da cidade e fiquei aguardando. Durante semanas e semanas, fui até a loja, sempre com a mesma pergunta: “Chegou?”. A resposta era sempre a mesma: “Não”. Por fim, desisti. E quem não tem pena de bico fino desenha com lápis comum; foi o que fiz na época.
Neste blog, publico fotos de minha autoria. A exceção é esta, que foi tirada por Shírley Aceval. Não há cláusula que impeça um fotógrafo de tirar um auto-retrato enquanto nada, desde que haja por perto um tripé para a câmera e alguma paciência. Ainda assim, preferi pedir à Shírley que tirasse a foto.
Recebi hoje a revista Sagarana. O slogan da publicação é preciso: Turismo e cultura em Minas Gerais. Cézar Félix é o editor. Além dos textos, belas imagens podem ser observadas – Henry Yu é o editor de fotografia.
Tirei esta foto no dia 17 de junho de 2006, às 15h58. Eu estava em Três Marias/MG, após ter ido a Cordisburgo/MG, a fim de visitar a Gruta de Maquiné. A escala em Três Marias foi realizada porque os estudantes da excursão em que embarquei queriam conhecer a usina hidrelétrica da cidade. A princípio, não gostei da idéia, pois estava com pressa de chegar a Patos de Minas.
Ouvi aluno meu dizendo que adquiriu o hábito da leitura depois de ter encarado “O código da Vinci”. Lembro-me de ter visto esse mesmo aluno dizer que havia gostado de “Dom Casmurro”. Também disse que tem a série Harry Potter, mas não percorreu os livros ainda. Recentemente, leu “O velho e o mar”.
Terminei de ler recentemente “Senhor Proust – lembranças recolhidas por Georges Belmont”, de Céleste Albaret, publicado pela Novo Século. Céleste Albaret foi governanta na casa do escritor durante os oito últimos anos de vida de Proust. O livro é a transcrição de entrevistas da senhora Albaret a Georges Belmont, que assina a introdução. Segundo Belmont, foram setenta horas de entrevistas.Há muitos anos, Kátia fez na escola uma boneca de pano. Enquanto voltava para casa, mal via a hora de mostrar a boneca para Davi, o pai. Quanto este pegou o brinquedo, não ficou com ele mais do que uns cinco segundos. Ao ouvir que Bianca, a filha mais velha, chegara, o pai entregou para Kátia a boneca e correu em direção à outra filha. Desde então, a caçula assumiria uma atitude de frieza quanto ao pai. Ele, por sua vez, não havia tentado compreender a situação nos tempos que se seguiram. No momento em que fechariam o caixão de Davi, Kátia pôs dentro a velha boneca de pano.
Desenha a linha.
Diverte-se, joga, pula.
A brincadeira: amarelinha.
Esta foto é meu momento “Forrest Gump” (lembra-se da cena de abertura do filme?). O registro foi feito em Três Marias/MG, numa usina hidrelétrica.
Gosto de árvores, sejam secas, gordas, floridas, brancas ou pretas. Quando passei a fotografar, veio naturalmente o desejo de registrá-las.
Acho um barato fotografar lagartos, principalmente por causa das poses que ofertam.