Leio para ir mais longe em mim.
Indo mais longe em mim,
estarei mais perto de ti.
Tirei esta foto no dia 17 de junho de 2006, às 15h58. Eu estava em Três Marias/MG, após ter ido a Cordisburgo/MG, a fim de visitar a Gruta de Maquiné. A escala em Três Marias foi realizada porque os estudantes da excursão em que embarquei queriam conhecer a usina hidrelétrica da cidade. A princípio, não gostei da idéia, pois estava com pressa de chegar a Patos de Minas.
Ouvi aluno meu dizendo que adquiriu o hábito da leitura depois de ter encarado “O código da Vinci”. Lembro-me de ter visto esse mesmo aluno dizer que havia gostado de “Dom Casmurro”. Também disse que tem a série Harry Potter, mas não percorreu os livros ainda. Recentemente, leu “O velho e o mar”.
Terminei de ler recentemente “Senhor Proust – lembranças recolhidas por Georges Belmont”, de Céleste Albaret, publicado pela Novo Século. Céleste Albaret foi governanta na casa do escritor durante os oito últimos anos de vida de Proust. O livro é a transcrição de entrevistas da senhora Albaret a Georges Belmont, que assina a introdução. Segundo Belmont, foram setenta horas de entrevistas.Há muitos anos, Kátia fez na escola uma boneca de pano. Enquanto voltava para casa, mal via a hora de mostrar a boneca para Davi, o pai. Quanto este pegou o brinquedo, não ficou com ele mais do que uns cinco segundos. Ao ouvir que Bianca, a filha mais velha, chegara, o pai entregou para Kátia a boneca e correu em direção à outra filha. Desde então, a caçula assumiria uma atitude de frieza quanto ao pai. Ele, por sua vez, não havia tentado compreender a situação nos tempos que se seguiram. No momento em que fechariam o caixão de Davi, Kátia pôs dentro a velha boneca de pano.
Desenha a linha.
Diverte-se, joga, pula.
A brincadeira: amarelinha.
Esta foto é meu momento “Forrest Gump” (lembra-se da cena de abertura do filme?). O registro foi feito em Três Marias/MG, numa usina hidrelétrica.
Gosto de árvores, sejam secas, gordas, floridas, brancas ou pretas. Quando passei a fotografar, veio naturalmente o desejo de registrá-las.
Acho um barato fotografar lagartos, principalmente por causa das poses que ofertam.
O que me levou à fotografia de aves e pássaros foram as aves de rapina. Sempre gostei delas. A partir do momento em que decidi levar fotografia mais a sério, logo veio o desejo de fotografá-las.
A natureza não é feita somente de idílicos ocasos ou bucólicas paisagens. Uma olhadela um pouco mais atenta já vai revelar o muito de sangue que há na diária e incessante luta pela sobrevivência. Por intermédio de cândidos passarinhos ou de opulentos gaviões, passando por humanos cheios de empáfia, tenho presenciado, desde quando comecei a fotografar a natureza, cenas de sangue e morte.
Desde pequeno, sempre tive o maior fascínio por urubus. Creio que isso teve início na época em que eu lia histórias em quadrinhos. Com freqüência, eu conferia as aventuras do Homem-Aranha, que tinha um inimigo chamado Abutre. Era meu vilão predileto.
Como de praxe, nesse sábado (12/7), fui conferir música ao vivo num dos restaurantes da cidade. Estavam se apresentando Woodson (bateria eletrônica), Pedro (violão) e Rejane (voz).
Mais uma de minhas fotos feitas com câmera analógica; mais uma da série feita com cromos.
Eu me lembro de que no dia em que tirei esta foto (23 de julho de 2005), lamentei não ter, na época, uma objetiva de alcance maior, pois havia alguns urubus se alimentando ao longe, num pasto. Havia uma cerca, que não pulei. A noite estava prestes a chegar. Sem a possibilidade de fotografar de perto as aves, ainda assim, não vim embora. Permaneci nas proximidades, procurando mais alguma possível imagem. Foi então que percebi que, saciados, os urubus iam para uma árvore. Meio sem expectativa, tirei uma foto da árvore em que estavam e vim embora. Eu havia até me esquecido desta foto; ontem, mexendo em velhos arquivos, ela surgiu.
Hoje (1/7/2008), recebi correspondência que me deixou muito contente – foi-me enviado o livro “Viagens profundas”, de Rose Gonçalves.