segunda-feira, 14 de outubro de 2013
SEM CABIMENTO
É preciso que a falta que sinto de ti caiba num verso.
É preciso que a saudade que sinto de ti caiba num poema.
Pequeno é o verso.
Pequeno é o poema.
Não coube a falta, não coube a saudade.
Fica sabendo: o que sinto não tem cabimento.
2 comentários:
Hellen Dirley
terça-feira, outubro 15, 2013 10:26:00 AM
Lívio,
Gostei demais do poema, achei lindíssimo!
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Lívio Soares de Medeiros
terça-feira, outubro 15, 2013 2:32:00 PM
Valeu, Hellen. Muito obrigado.
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Lívio,
ResponderExcluirGostei demais do poema, achei lindíssimo!
Valeu, Hellen. Muito obrigado.
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