Sobe até o céu e faz chover.
Sobe até o céu e me abençoa.
Sobe até o céu e lava minha alma.
Sobe até o céu e lava minha lama.
Minha tristeza é terrena e atávica.
Lava meu coração, leva meu corpo.
Sobe até o céu e me eleva junto.
Sobe até o céu e volta para mim.
Sobe até o céu e me abençoa.
Sobe até o céu e lava minha alma.
Sobe até o céu e lava minha lama.
Minha tristeza é terrena e atávica.
Lava meu coração, leva meu corpo.
Sobe até o céu e me eleva junto.
Sobe até o céu e volta para mim.
Esse ficou profundo, tocante.
ResponderExcluirLívio, gostei muito desta poesia, sobretudo da sua sonoridade.
ResponderExcluirÓtima!
Abraço,
Bruna P.C.
Show de bola, Gabriel.
ResponderExcluirBruna, valeu pelo comentário. Quando comecei o texto, não havia a intenção de brincar com a sonoridade, mas, por fim, isso acabou ocorrendo.
Belíssimos textos.
ResponderExcluirObrigado, Leonardo.
ResponderExcluirEsse ficou marcante, hein!
ResponderExcluirMuito legal!
Valeu, Paulo.
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