domingo, 21 de fevereiro de 2010

GARRINCHA

As coisas precisam ser
o que nasceram para ser.

Com Garrincha,
a bola se tornava
o que nasceu para ser.

Com a bola,
Garrincha se tornava
o que nasceu para ser.

O gol,
o goleiro,
a torcida...
Tudo circunstancial.

O espetáculo
são Garrincha e a bola.
Quando se encontram, são.

Quantos num time são?
Quantos na vida são?

Viva os sãos!
Viva a bola!
Viva Garrincha!

Garrincha em campo
é a vida sendo o que é.

8 comentários:

  1. Viva então os que são!!!
    E você é!
    A sua arte nos embala e promove esta agradável sensação de deleite, de entretenimento.

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  2. A composição do poema ficou genial... "Viva os sãos!" foi um clímax precioso. Gostei demais. Garrincha e a boa, Lívio e a palavra... viva! =)

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  3. Será que o amor é um salto tão grande que nos faz voar e perder o chão?
    Adorei o poema!!!!
    Bjoss
    Lorena

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  4. Sua pergunta é ótima, Lorena. Minha resposta é: sim.

    Grato por conferir.

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  5. ...eu acrescentaria: Viva Garrincha e a bola!
    Viva Lívio e a palavra "escrita e falada". Por ser tão bom, agradável e adequado ler o que você escreve quanto ouvir as edições dos Caiu na Rede.
    É prazenteiro acessar este blog.

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