segunda-feira, 9 de novembro de 2015
SUPERFICIAL
A neve sobre a grama,
um quadro de Van Gogh,
a capa de The dark side of the moon,
a textura da pétala,
a casca da romã,
o livro em Braille,
a cor de tua pele:
nem toda superfície
é fútil.
2 comentários:
Bruna Caixeta
terça-feira, novembro 10, 2015 12:22:00 AM
Lívio,
esse poema é belíssimo. Gostei bastante.
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Lívio Soares de Medeiros
terça-feira, novembro 10, 2015 7:48:00 PM
Oi, Bruna, muito obrigado.
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Lívio,
ResponderExcluiresse poema é belíssimo. Gostei bastante.
Oi, Bruna, muito obrigado.
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