Quando tua luz se acende, tu acendes.
Quando acendes, me acendes.
Quando tua luz se acende, tu ascendes.
Quando ascendes, me ascendes.
Num universo de luz e ascensão,
tu, iluminada, iluminas.
Iluminado, eu me torno
lúcido da luz que tu és.
Quando acendes, me acendes.
Quando tua luz se acende, tu ascendes.
Quando ascendes, me ascendes.
Num universo de luz e ascensão,
tu, iluminada, iluminas.
Iluminado, eu me torno
lúcido da luz que tu és.
Lindo poema Lívio!Me fez pensar que realmente, nossa vida brilha mais intensamente quando temos em nosso convívio pessoas que nos irradiam luz, tornando nossa vida mais iluminada.Beijo
ResponderExcluirGrato, Francisa.
ResponderExcluirCorrigindo: grato, Francisca. (Agora, sim, digitei seu nome corretamente. Desculpe-me pelo erro.)
ResponderExcluir"...lúcido da luz que tu és." Importante, queremos ser iluminados e rodiados por pessoas amadas, logo devemos reconhecer o valor delas. Juntos em nome de sentimentos virtuosos seremos um facho de luz,capaz de atos antes impossíveis.
ResponderExcluirGostei Lívio.
Valeu, Lara. Obrigado.
ResponderExcluirE a gente que (in)felizmente só se (re)conhece no outro. O inferno e o céu das relações humanas. Dialética em mim, no outro, no amor... É isso aí!
ResponderExcluirGabriela, gostei do jogo com as palavras. Obrigado.
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